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sábado, 30 de julho de 2011

TEATRO NA EMEI MARIA GONÇALVES










Foi delicioso o trabalho evangelístico realizado na EMEI Maria Gonçalves Rodrigues. Fomos muito bem recebidos por toda a equipe e pais.
Cantamos variados cânticos interagindo com as crianças. A querida tia Jack contou uma história linda baseada na parábola do semeador. Finalizamos com a mímica "Não temas" com meus maninhos queridos Mayara e Célio.
Agradeço de coração pela colaboração de vcs, pela equipe maravilhosa da EMEI, cças e pais!!!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Self-service mirim


Objetivos
- Desenvolver hábitos nutritivos saudáveis.
- Ter autonomia de escolha da merenda.

Materiais necessários
Talheres, pratos, travessas, copos e guardanapos.

Desenvolvimento
Ao implantar o self-service, é interessante ter informações sobre hábitos e preferências das crianças, as condições de saúde (se há carência de vitaminas ou proteínas) e os indicadores de crescimento e desenvolvimento. Tudo isso pode ser obtido com a família. Promova a construção de conhecimentos relacionados à cultura alimentar, por meio de um projeto que envolva toda a escola. Depois, são necessárias algumas providências de responsabilidade dos gestores, como a aquisição dos utensílios. Para que o sistema dê certo, é essencial o envolvimento de toda a equipe.

1ª etapa
Comece cuidando da infra-estrutura. O espaço físico em que as refeições serão feitas deve ser bonito, saudável e acolhedor. Organize as mesas em que a comida será disposta de forma que mesmo os menores consigam se servir sozinhos. Exceção feita aos bebês, que deverão ser alimentados pelos adultos. Ofereça instrumentos apropriados à idade da turma: a partir dos 2 anos, disponha todos os utensílios de mesa necessários. Mantenha mesas com quatro lugares para facilitar a circulação.

2ª etapa
Garanta que os itens servidos no cardápio sejam frescos, saudáveis e diversificados, contemplando tudo que é necessário ter na merenda. Se possível, tenha a orientação de uma nutricionista. Sugira que a criança se sirva de um pouquinho de algum alimento a que ela tenha resistência, caracterizando esse ato como um desafio. Mas lembre-se de que todos têm o direito de não gostar de uma coisa e não comê-la.

3ª etapa
Na hora da refeição, solicite ajuda da turma para organizar as mesas e colaborar com a higienização. Observe o ritmo e o jeito de comer da garotada e com quem cada um gosta de partilhar esse momento. Estimule a convivência à mesa, com o aprendizado de normas e socialização. Mesmo estando sempre por perto, evite o olhar controlador. Enquanto a turma come não dê bronca e, se preciso, refaça os combinados antes ou após a hora do recreio.

Avaliação
Registre as considerações importantes sobre cada um (se comeu muito depressa, se mastiga suficientemente, se rejeita sempre algum prato ou briga com os colegas à mesa etc.). Caso perceba dificuldades individuais, discuta com o coordenador pedagógico, o auxiliar de saúde e a família e faça intervenções particulares.
Elza Corsi de Oliveira
Nutricionista e técnica formadora do Instituto Avisa Lá, em São Paulo.

Linguagem teatral na pré-escola


Objetivos
- Desenvolver a linguagem não verbal.
- Criar e explorar um repertório de gestos com intenção comunicativa.
- Ampliar a consciência da utilização do espaço cênico.
- Estabelecer relações com os colegas de cena explorando o próprio corpo e interagindo com o do outro.

Conteúdos
- Linguagem corporal.
- Linguagem teatral - cenário, personagem e ação dramática.

Ano
Pré-escola.

Tempo estimado
Quatro aulas.

Material necessário
Um espaço amplo.

Flexibilização
Para que crianças com deficiência visual possam participar desta sequência, o primeiro passo é delimitar o espaço que será utilizado como palco com uma corda para que a ela saiba por onde pode atuar. Lembre-se de acrescentar uma regra básica: sempre propor a descrição da cena oralmente e a "leitura" do que assistiram - que pode ser feita pelas crianças e auxiliam o deficiente visual na compreensão da atividade coletiva. O mesmo vale para a apreciação de obras, figuras e outras imagens. Além de pedir às crianças que utilizem gestos, estimule também o uso da sonoplastia. Peça para que imitem os sons conhecidos como o latido de um cachorro ou a fala de um colega. Se as crianças precisarem apontar partes do corpo, aproxime-as do aluno cego para que ele também possa tocá-las. Vale, também, neste caso, substituir parte dos objetos imaginários que não possam ser aludidos pelo som, por objetos reais - como bater uma bola no chão, por exemplo. Avalie se a criança com deficiência conseguiu compreender a encenação dos colegas ao longo da roda de conversa. Na escolha da peça que será exibida às crianças, valorize os diálogos e sons. O ideal é que o aluno cego possa assistir, ao vivo, à encenação. Reforce as aprendizagens do aluno cego no atendimento educacional especial, no contraturno.

Desenvolvimento
1ª etapa
Divida a classe em grupos e peça que cada um faça uma cena de quatro minutos usando apenas a linguagem corporal para comunicar onde estão, quem são e o que estão fazendo. Eles devem planejar o tamanho do lugar, os objetos imaginários a ser usados, o que farão com eles e como será a interação entre os participantes. Faça perguntas que levem todos a pensar em gestos que tenham um propósito comunicativo claro. Enquanto um grupo atua, os demais observam.

2ª etapa
Repare como são comunicados, em cena, o onde, o quem e o quê. Os integrantes do grupo estão atentos aos objetos imaginários dos colegas? Usam-nos? Se o fazem, respeitam as características definidas pelo parceiro? Inclua novos elementos. Exemplo: fale no ouvido de um dos participantes que um objeto mudou de peso ou que o ambiente mudou ("faltou luz", "ficou frio"). Veja como lidam com a novidade. Fique atento às partes do corpo mais usadas pelos pequenos e desafie-os a seguir a cena sem mover as mãos, por exemplo. Após a apresentação de cada grupo, faça uma roda de conversa para que a plateia e quem encenou troquem percepções. Anote suas considerações.

3ª etapa
Depois que as crianças entenderam o onde, o quem e o quê, leve-as para assistir a uma peça e, caso não seja possível, veja uma apresentação em DVD. Depois, pergunte se elas conseguem identificar os três elementos. Nessa hora, sistematize o conhecimento e diga que o onde pode ser chamado de cenário, assim como o quem é o personagem e o que é a ação dramática que se desenvolve.

Avaliação
Todos devem ser avaliados como participantes e como plateia - se a capacidade de comunicação não verbal foi ampliada, como reagiram às situações e aos desafios propostos e se integraram ao próprio repertório também o que foi desenvolvido pelos colegas. Para reforçar algum ponto específico, confira as anotações que você fez e a fala das crianças nas rodas de conversa e proponha um novo jogo com adaptações específicas para o aspecto que foi insatisfatório.
Consultoria: Ingrid Dormien
Professora da Universidade de São Paulo (USP) e Coordenadora de Projetos da Escola de Educadores.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

DESENHO COM DIGITAIS







Você vai precisar de:
. papel
. caneta
. almofada de carimbos ou tintas
O passo-a-passo é o mais simples!
1. Passe os dedos na almofada
2. “Carimbe” os dedos no papel
3. Com a caneta, acrescente traços e transforme suas impressões digitais em pessoas, animais, objetos, etc.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

VAMOS CONSTRUIR UM CASTELO?







Navegando encontrei este brinquedo com material reciclável!! Caso seja sua autoria queira manifestar-se p/ dar os devidos créditos.
Você vai precisar de uma caixa grande de papelão, 4 garrafas de refrigerante de 2 litros, um rolo vazio de papel alumínio, 4 potes de iogurte pequenos, palitos de sorvete, 4 palitos de churrasco, barbante, a impressão do material para colar, uma caneta, cola, tesoura sem ponta e fita adesiva. Com a caneta faça 4 círculos contornando a base da garrafa, um em cada canto da caixa. Em seguida recorte os círculos. Corte totalmente 3 das 4 abas da caixa de papelão. Da que sobrar, corte apenas os lados deixando o centro com mais ou menos 10 cm.
Na lateral da caixa, exatamente sobre o que restou da aba, recorte um retângulo um pouco menor do que ela. Cole os palitos de sorvete e, com a fita adesiva, cole o barbante. Corte o rolo de papelão em duas partes iguais e cole conforme a figura acima. Encaixe as garrafas e cole os potinhos de iogurte entre elas.
Recorte as figuras que você imprimiu e cole-as onde você preferir. Com os palitos faça as bandeiras e cole nos 4 cantos do castelo.
Pronto! Se quiser, você pode pintar e acrescentar detalhes que vão deixar seu castelo ainda mais legal!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

HISTÓRIA COM PAPEL


Atividade: História com papel “O banho”
Espaço: Sala de aula – roda da história

Objetivos:
Realizar com mais autonomia a higienização do próprio corpo, identificando os procedimentos para cada ação, sob supervisão do adulto.
Desenvolver a auto-estima;
Identificar as partes do corpo;
Adotar hábitos de higiene pessoal.

Material Utilizado: Uma folha de papel ofício A4.

Desenvolvimento: "O BANHO" - Vivência com papel
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Esta atividade foi criada por Orlando Afonso Silveira, pesquisada no livro: A arte-magia das dobraduras da Ed. Scipione.
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Para experimentar diversas sensações ao manipular o papel, sugiro esta do "banho" que as crianças adoram!

Sequência didática:

Hoje está muito quente. O que podemos fazer com esta folha de papel? Um leque, um abano... Mas, o calor não passa. Que tal tomarmos um banho?
Vamos abrir a torneira. Agitar a folha acima da cabeça com as duas mãos, imitando os sons da água caindo.
Vamos fechar a torneira.
Cadê o sabonete? Amassar a folha como uma bolinha. Vamos passar o sabonete.
Não consigo alcançar as minhas costas. Quem me ajuda? Formar pares e depois trocar quem esfrega as costas.
Vamos enxaguar? Abram novamente o chuveiro. Desamassar a folha e agitá-la no ar com as duas mãos (água caindo).
Com esta toalha eu vou me enxugar Usar a folha desamassada.
Para secar a toalha, onde vou pendurá-la? Meu braço será o varal... Imitar o varal com braço.
A toalha secou! Posso usar de novo, mas se ela estiver suja, o que farei? Imita o gesto de lavar.
A toalha está toda encharcada! O que devo fazer com essa água?
Imita o gesto de torcer (pode cantar a música "Torce, retorce, procuro mas não vejo").
E o banho virou festa! Vamos fazer os instrumentos musicais? Ex.: flauta, arco do violino, etc.
Obs.: A atividade pode ser enriquecida com outras músicas.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

MÃOS NA MASSA.... PAIS E FILHOS







RECEITA DE MASSINHA DE MODELAR

Ingredientes:

• 2 xícaras de farinha de trigo;
• meia xícara de sal;
• 1 xícara de água;
• 1 colher de óleo;

A própria criança poderá fazê-la. Basta juntar todos os ingredientes e amassá-los. Se quiser colorí-la, acrescentar tinta guache da cor desejada. ( a quantidade de tinta fica de acordo com a tonalidade desejada, vá dosando até chegar a cor ideal...)

ESTA BRINCADEIRA ESTIMULA :

• Criatividade;
• Motricidade,
• Controle da força muscular,
• Aquisição de conceitos: constância da massa, causa e efeito,
• Atenção, concentração...

RODA RODA COM PAIS




O artigo 31 da Declaração Universal dos Direitos da Criança (aprovada na Assembléia Geral das Nações Unidas em 1959) reconhece o "direito da criança ao descanso e ao lazer, ao divertimento e às atividades recreativas próprias da idade, bem como à livre participação na vida cultural e artística". Assegura ainda que "os Estados Partes respeitarão e promoverão o direito da criança de participar plenamente da vida cultural e artística e encorajarão a criação de oportunidades adequadas, em condições de igualdade, para que participem da vida cultural, artística, recreativa e de lazer".

O Estatuto da Criança e do Adolescente também prevê esse direito de brincar, no artigo 15, que estabelece que: "A criança e o adolescente têm direito à liberdade, ao respeito e à dignidade como pessoas humanas em processo de desenvolvimento e como sujeitos de direitos civis, humanos e sociais garantidos na Constituição e nas leis". O artigo seguinte (16) menciona, entre os aspectos que compõem esse direito à liberdade, o direito a "brincar, praticar esportes e divertir-se".


"É possível descobrir mais sobre uma pessoa em uma hora de brincadeira
do que em um ano de conversa"
Platão

MÃE CONTADORA DE HISTÓRIA




FELIPE FICOU MUITISSIMO FELIZ COM A VISITA DE SUA MÃE NA ESCOLA!!! ELA LEU O LIVRO ERA UMA VEZ UM GATO XADREZ E TODOS AMARAM!!
OBRIGADA MINHA QUERIDA PELA COLABORAÇÃO!!!

O livro Era uma vez um gato xadrez... apresenta as cores de uma forma divertida e lúdica, sempre trabalhando com rimas simples. Criada especialmente para lidar com conceitos que fazem parte do dia-dia da criança em fase pré-escolar, os livros da Coleção Sim procuram estimular a imaginação, ensinando de forma divertida e diferente!

Era uma vez um gato xadrez...
Autora: Bia Villela
Indicado a partir dos 5 anos

BRINCANDO NA LONA COM ESPUMA





AS CRIANÇAS DAS TURMAS DE PRÉ II AMARAM A BRINCADEIRA!!! JOGARAM ÁGUA UNS NOS OUTROS COM MANGUEIRA E GARRAFA PETI, ESCORREGARAM, IMITARAM PEIXINHOS, JOGARAM AS PROFESSORAS NA ESPUMA..KKK... E ENFIM SE DIVERTIRAM PRÁ VALER!!!
ESTA BRINCADEIRA FOI UM SUCESSO!!! PARABÉNS AS PROFESSORAS DIRCE, DIANA, ROSA E VIVIANE!!!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

TEATRO A FORMIGUINHA E A NEVE


Ontem apresentamos na EBD o teatro da Formiguinha e a Neve e foi uma graça! As crianças amaram!! rs

A FORMIGUINHA E A NEVE

Narrador – Certa manhã de inverno a mamãe formiguinha saiu para seu trabalho diário e disse para seu filhinho ficar dentro de casa, pois estava muito frio e estava nevando lá fora. O filhinho pensou: “Ah se eu sair só um pouquinho minha mamãe nem vai ficar sabendo! Quero brincar lá fora!” Saiu todo empolgado, quando de repente um floco de neve caiu e prendeu seu pezinho. Aflito vendo que não podia se livrar da neve, e iria assim morrer de fome e frio, voltou-se para o sol e disse:

Formiga – Óh sol, tu que és tão forte, derrete a neve que prendeu o meu pezinho.

Narrador – E o sol indiferente nas alturas falou:

Sol - Mais forte do que eu é o muro que me tapa.

Narrador - Olhando então para o muro a formiguinha pediu:

Formiga - Óh muro tu que és tão forte que tapas o sol que derrete a neve, desprende o meu pezinho?

Narrador - E o muro que nada vê e muito pouco fala, respondeu apenas:

Muro - Mais forte do que eu é o rato que me rói.

Narrador - Voltando-se então para o ratinho que passava apressado, a formiguinha suplicou:

Formiga - Óh rato, tu que és tão forte, que rói o muro que tapa o sol que derrete a neve, desprende o meu pezinho?

Narrador - Mas o rato que também ia fugindo do frio gritou de longe:

Rato - Mais forte do que eu é o gato que me come!

Narrador - Já cansada a formiguinha pediu ao gato:

Formiga - Óh gato, tu que és tão forte, que comes o rato, que rói o muro que tapa o sol que derrete a neve, desprende o meu pezinho?

Narrador - E o gato sempre preguiçoso disse bocejando:

Gato - Mais forte do que eu é cão que me persegue...

Narrador - Aflita e chorosa a pobre formiguinha pediu ao cão:

Formiga - Óh cão tu que és tão forte que persegues o gato come o rato, que rói o muro que tapa o sol que derrete a neve, desprende o meu pezinho?

Narrador - E o cão que corria atrás de uma raposa, respondeu sem parar:

Cão - Mais forte do que eu é o homem que me bate.

Narrador - Já quase sem força, sentindo o coração gelado de frio a formiguinha implorou ao homem:

Formiga - Óh homem, tu que és tão forte que bate no cão que persegue o gato que come o rato que rói o muro que tapa o sol que derrete a neve, desprende o meu pezinho?

Narrador - E o homem sempre preocupado com o seu trabalho respondeu apenas:

Homem - Mais forte do que eu é a morte que me mata.

Narrador - Trêmula de medo, olhando para a morte que se aproximava a pobre formiguinha suplicou:

Formiga - Óh morte, tu que és tão forte que mata o homem que bate no cão que persegue o gato que come o rato, que rói o muro que tapa o sol que derrete a neve, desprende o meu pezinho?

Narrador - E a morte que nada falou... pois não tinha poder para ajudar a formiguinha.

Narrador - Quase morrendo, então a formiguinha orou baixinho...

Formiga - Meu Deus, o senhor, que é tão forte, que governas a morte que mata o homem que bate no cão que persegue o gato que come o rato que rói o muro que tapa o sol que derrete a neve, desprende o meu pezinho?

Narrador - E então, Deus que ouve todas as preces sorriu, estendeu a mão por cima das montanhas, e ordenou que viesse a primavera. No mesmo instante no seu carro de ouro a primavera desceu por sobre a terra, enchendo de flores os campos, enchendo de luz os caminhos. E vendo a formiguinha quase morta gelada pelo frio, tomou-a carinhosamente entre as mãos e levou-a para seu reino encantado, onde não há inverno, onde o sol brilha sempre e onde os campos estão sempre cobertos de flores.

Sol - Mais forte do que eu é o muro que me tapa.
Muro - Mais forte do que eu é o rato que me rói.
Rato - Mais forte do que eu é o gato que me come!
Gato - Mais forte do que eu é cão que me persegue.
Cão - Mais forte do que eu é o homem que me bate.
Homem - Mais forte do que eu é a morte que me mata.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Lembrancinhas p/ as Mamães


Navegando encontrei vários modelinhos de lembrancinhas!! Caso seja de sua autoria queira manifestar-se para dar os devidos créditos.

domingo, 1 de maio de 2011

O PRESENTE MATERNO

quarta-feira, 27 de abril de 2011

ATIVIDADES PARA O DIA DAS MÃES



SE TODAS AS COISAS FOSSEM MÃE

Se Todas as Coisas Fossem Mãe
Se a lua fosse mãe, seria mãe das estrelas.
O céu seria sua casa, casa das estrelas belas.

Se a sereia fosse mãe, seria mãe dos peixinhos.
O mar seria um jardim e os barcos seus carrinhos.

Se a casa fosse mãe, seria a mãe das janelas.
Conversaria com a lua sobre as crianças estrelas
Falaria de receitas, pastéis de vento, quindins.
Emprestaria a cozinha pra lua fazer pudins !!!!

Se a terra fosse mãe, seria a mãe das sementes.
Pois mãe é tudo que abraça, acha graça e ama a gente.

Se uma fada fosse mãe, seria a mãe da alegria.
Toda mãe é um pouco fada...
Nossa mãe fada seria.

Se a bruxa fosse mãe, seria uma mãe gozada;
Seria a mãe das vassouras, da família vassourada.

Se a chaleira fosse mãe, seria a mãe da água fervida,
Faria chá e remédio para as doenças da vida.

Se a mesa fosse mãe, as filhas, sendo cadeiras,
Sentariam comportadas, teriam boas maneiras.

Cada mãe é diferente. Mãe verdadeira ou postiça,
Mãe vovó ou mãe titia, Maria, Filó, Francisca,
Gertrudes, Malvina, Alice.

Toda Mãe é como eu disse!

Dona Mamãe ralha e beija, erra, acerta,
arruma a mesa, cozinha, escreve, trabalha fora,
Ri, esquece, lembra e chora,

Traz remédio e sobremesa...

... Tem até pai que é "tipo mãe"...

Esse, então, é uma beleza !!!!!

Sylvia Orthof editora Nova Fronteira


Dica: você pode fazer um livro , cada página a criança irá desenhar um tipo de mãe,mãe lua, mãe chaleira...

sábado, 16 de abril de 2011

TEATRO DO SÍTIO DO PICAPAU AMARELO







Na Semana do Livro Infantil apresentamos o teatro do Sítio do Picapau Amarelo com a participação de pais e professores.
As crianças amaram e todos divertiram-se prá valer!!!

SEMANA DO LIVRO INFANTIL


Em nossa EMEI comemoramos a Semana do Livro Infantil. Realizamos várias atividades com as crianças:
Roda da Conversa: BIOGRAFIA MONTEIRO LOBATO O escritor José Renato Monteiro Lobato nasceu no dia 18 de Abril de 1882, na cidade de Taubaté no estado de São Paulo, mudou seu nome para José Bento Monteiro Lobato, para poder usar a bengala que herdou do pai José Bento Marcondes Lobato, gravada com as iniciais JBML. Monteiro Lobato é considerado o principal autor da literatura infanto-juvenil brasileira. Com ele ocorre uma verdadeira revolução no gênero, até então marcada por textos de preocupações moralistas, patrióticas e ufanistas, que ao invés de divertirem as crianças, procuravam doutriná-las. Formou-se em Direito e recebeu o grau de bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, exerceu o cargo de promotor do Ministério Público durante sete anos. Em 1908, casou-se com Maria Pureza da Natividade, com quem teve os filhos Edgar, Guilherme, Martha e Ruth. Nesse período, colabora com a imprensa e dedica-se a traduções. Em 1911, morre seu avô materno, o Visconde de Tremembé de quem herdou a fazenda Buquira, abandonou a promotoria e tornou-se fazendeiro, mas por causa das enchentes, das geadas, etc., enfrentou sérias dificuldades e em 1917 foi obrigado a vender sua fazenda. Lobato compra em 1918 a Revista Brasil e funda a primeira editora do país, a Monteiro Lobato & Cia., onde começa a publicar os seus livros (começando com Urupês, neste mesmo ano) e de vários autores nacionais, inclusive modernistas. Em 1925 a editora vai a falência, surgindo a Companhia Editora Nacional. No ano seguinte, é nomeado adido comercial em Nova Iorque e parte para os Estados Unidos, onde ficara por cinco anos. Em 20 de Março de 1941, Monteiro Lobato é preso e submetido a julgamento perante o Tribunal de Segurança Nacional, por causa de uma carta escrita ao então ditador Getúlio Vargas, a respeito do problema do petróleo. Foi libertado após 90 dias de encarceramento, graças à intervenção de amigos prestigiosos. Depois da morte de um de seus filhos, muda-se para a Argentina (1946), mas não se acostumou com o clima e em 1947 regressa ao Brasil. Apesar do ânimo combalido por sofrimentos e decepções, ainda participa da vida pública do país. Lobato morreu no dia 04 de Julho de 1948, de madrugada, durante o sono, vitima de um espasmo vascular. Algumas de suas principais obras foram: Urupês, Idéias de Jeca Tatu, Negrinho (conto), O Sitio do Pica-Pau Amarelo e Reinações de Narizinho (literatura infantil). Fonte: http://pt.shvoong.com/books/biography/1771313-monteiro-lobato/#ixzz1Jh9GVfvC
Motivação: Vídeo: primeiro Episódio do Sítio do Picapau Amarelo de 2007.
Roda da história: O Sítio do Picapau Amarelo. Monteiro Lobato
Jogos: Quebra-cabeça dos personagens do sítio. Atividade Orientada: Matemática - Trilha Numérica de Narizinho e Pedrinho. Uma trilha numérica de 0 a 10 onde com o auxilio do dado vai andando sobre as casinhas do caminho da entrada até a casa do Sítio, ganha quem chegar primeiro. Jogo para quatro crianças por rodada.
Motivação: Fantoches de palitos dos personagens do Sítio.
Roda da história/música: Narizinho – Ivete Sangalo.
Motivação: Música de Gilberto Gil Sítio do Picapau Amarelo (Anexo). Levar para os alunos Goiabada ou Marmelada.
Roda da História: Trecho do livro Caçadas de Pedrinho – Monteiro Lobato.
Atividade Orientada: Artes Visuais: Colagem de lã, EVA, crepom e retalho na Emília. Confecção de adereços de Emília e Visconde.
Movimento Dirigido: Dança da música: Emília, Emília da Baby Consuelo.