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sábado, 27 de outubro de 2012

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

TEATRO NO HOSPITAL

FOI UMA BENÇÃO A VISITA AO HOSPITAL. AS CRIANÇAS GOSTARAM MUITO DA PEÇA TEATRAL, INCLUSIVE AS MÃES E ENFERMEIRAS PRESENTES.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

TEATRO A LUVA LULU

Esta história conta, em linguagem simples e infantil, uma aventura emocionante e envolvente. A LUVA LULU ensina a criança a ser perseverante na busca de seus objetivos e não desanimar diante das dificuldades. É destinado a crianças de zero a oito anos, recomendado especialmente aos pais e educadores que tenham o objetivo de desenvolver o aspecto espiritual e moral de seus filhos e alunos, proporcionando-lhes ainda atividades de estímulo à audição, atenção, memória e criatividade. A Luva Lulu é feita à imagem e semelhança da mão, sem a mão ela é vazia e inútil. Da mesma forma o homem foi feito à imagem e semelhança de Deus. Sem Deus o homem é vazio e sua vida não tem sentido. Que por meio desta história Deus abençoe à todos, desenvolvendo a razão da existência humana.
LUVA LULU Luva Lulu estava muito triste, pois não encontrava ninguém que a preenchesse. Ela era tão murchinha... tão murchinha! Resolveu então, pegar as malas e partir à procura de seu dono. Lulu andava muito ansiosa pelo caminho, quando avistou ao longe uma casa de fazenda. Pensou consigo: Vou até lá para ver se encontro alguém que se pareça comigo. Já a caminho, veja só quem Lulu encontrou: __ Que bom encontrar você, galinha, disse Lulu toda sorridente. __ Que você quer de mim? Nunca a vi antes, nem a conheço! __ Quantos dedos você tem galinha? __ Bom, deixe-me ver: um, dois, três... e mais um atrás. __ Só quatro dedos! Hum, mesmo assim, não me custa tentar. Será que você poderia colocá-los em mim? Apesar do esforço das duas, nada conseguiram. Assim, Lulu partiu tão triste e pensando consigo: Acho que nunca encontrarei meu dono. Sempre olhando para a casa da fazenda, a luva Lulu prossegue sua viagem, quando de repente é atropelada por um porquinho que fugia. __ Espere, seu porquinho, quero falar com você. É muito importante. Será que eu poderia dar uma olhada no seu pé? E o porquinho, meio encabulado, levantou o pé como a Luva pediu. Lulu ficou tão decepcionada! O pé era grande e tinha duas unhas horríveis e sujas. Mas como Lulu não queria desistir, pediu que seu porco tentasse colocar o pé nela. Sabem o que aconteceu? Lulu ficou toda suja de lama. O pé do porco não lhe serviu e ela partiu sem esperança. Chegando bem perto da casa, adivinhe quem veio receber Lulu? Foi o guarda da fazenda, um cachorro grande e que metia muito medo. __ Quem é você? Eu não posso deixar nenhum estranho entrar aqui. Vá embora, disse o cachorro. Lulu quase nem podia falar de tanto medo: Quan... quantos de... dedos você tem? __ Dedos? Você está brincando comigo? Respondeu o cachorro. __ Preciso de alguém com cinco dedos para preencher-me. Eu sou vazia e muito infeliz. E o cachorro, que não era tão mau, ficou com tanta peninha de Lulu que tentou colocar os pés nela. Mas a tentativa foi em vão __ o cachorro só tinha quatro dedos. A última esperança de Lulu era que alguém da casa pudesse recebê-la. Corajosamente bateu à porta e bem quietinha ficou, esperando alguém aparecer. Foi então, que Pedrinho abriu a porta e viu Lulu. __ Oba! Ganhei uma luva! Serve exatamente em mim. Com esse frio era a única coisa que eu precisava. Pedrinho lavou Lulu e não mais a tirou das mãos. E ela toda feliz, pensou: “Até que enfim encontrei aquele que me preenchesse!”. Somos como a Luva Lulu que precisava de alguém para preenchê-la. Muitas vezes nos sentimos tristes, porque somos vazios por dentro. Procuramos fazer muitas coisas para alegrar-nos, mas elas não nos preenchem. Continuamos murchinhos. Assim como os pés da galinha, do porco e do cachorro não cabiam na Luva Lulu, também as muitas coisas que tentamos fazer não cabem dentro de nós. Só há uma pessoa que pode preencher e alegrar você. Na verdade, você foi feito parecido com Ele, para que Ele viesse morar em você. Essa pessoa é Deus. A luvinha procurou alguém que a preenchesse, e achou. Se você buscar a Deus também O encontrará. Assim você nunca mais será vazio.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Dinâmicas

MARCHA DOS CHAPÉUS Os participantes formam um círculo e marcham ao compasso da música, um atrás do outro como os chapéus postos, menos um. Os chapéus devem ser passados ao companheiro que marcha na frente. Quando a música cessa repentinamente, um ficará sem chapéu e este deve sair do círculo, levando um chapéu. O último que consiga manter seu chapéu será o vencedor. Pode-se fazer a brincadeira com um só chapéu no círculo. O participante que ficar com o chapéu na cabeça ao cessar a música, sairá do círculo. Ovelha Perdida Uma criança é escolhida e seus olhos vendados. Uma vara é colocada em sua mão, enquanto os outros formam um círculo ao seu redor. O cego vai apontando com a sua vara e pergunta: “Você é a Minha Ovelha Perdida?” A pessoa apontada deve pegar a vara e levá-la perto da sua boca e emitir um balido, disfarçando a voz, mas se for reconhecida deverá tomar o lugar do cego. Cada vez que isto acontece, os jogadores mudam de lugar para não ser reconhecida a sua posição. Fazendo Compras Um círculo com uma pessoa no centro. O participante que vai fazer compras dará voltas ao redor do círculo e deter-se-á em frente de um dos participantes e dirá, por exemplo: “Vou ao México, que posso comprar?” Imediatamente, contará até dez e antes que termine, o concorrente a quem está falando terá que mencionar três coisas que comecem com M (como manteiga, medicamentos, meias). Se não conseguir fazer isto, então ele tomará o lugar do que vai fazer compras. Poderá mencionar qualquer lugar e as coisas compradas terão que começar com a inicial do nome do lugar. Caçar na Natureza Jesus usava a Natureza para as suas ilustrações. Divida a classe em três ou quatro grupos. A cada grupo deve ser dada uma lista idêntica de artigos que devem ser encontrados. Ninguém pode sair da área designada. Sugestões: sementes, trevo, haste de grama, folha de árvore, penas de aves, varinhas, pedaços de papel. Especifique um limite de tempo de mais ou menos 3 a 5 minutos. O grupo que conseguir mais itens é o vencedor. Seguem para Samaria Fazer uns quadrados no chão formando um grande círculo. Um quadrado para cada criança menos um que será o que “sobra”. Cada jogador ficará dentro do seu quadrado até que receba um toque do que sobra, ao este estar circulando e dizendo: “Segue-me para Samaria”. O que foi tocado coloca a sua mão no “sobra” e o segue. À medida que os outros vão sendo tocados e vão aumentando a fila que vai sendo unida pelas mãos no ombro, o líder pode gritar: “Os romanos vêm vindo”. Então, todos correm para os seus quadrados. O que ficar sem quadrado é “sobra”. Corrida de Jornais A cada participante são fornecidas duas folhas de jornal. Cada passo na corrida deve ser dado em cima dos jornais. Desta maneira, ele põe uma folha no chão, pisa em cima; põe a outra no chão, pisa em cima; pega a primeira que ficou para trás, trazendo-a novamente à frente, e assim sucessivamente até alcançar o alvo. (Percorrer todo o trajeto estipulado). Rinha de Galo Prender com um alfinete uma figura ou objeto nas costas de dois jovens para que estes descubram mutuamente o que têm nas costas. Cada um procurará ver primeiro o que tem seu companheiro nas costas, procurando evitar que o outro veja a sua. Premiar o primeiro a descobrir. ATENÇÃO! CONCENTRAÇÃO! Formação: Em círculo, sentados na sala de aula ou à vontade. Desenvolvimento: Ao iniciar o jogo, todos dirão: “__ Atenção! Concentração!” Logo em seguida baterão palmas 3 vezes. “__ Atenção” – 3 palmas “__ Concentração” _ 3 palmas “__ Diga o nome” _ 3 palmas “__ Nome de” _ 3 palmas A seguir o líder ou uma criança por ele indicada falará e os demais baterão palmas da seguinte maneira: “__ Uma fruta” _ 3 palmas “__ Que você” _ 3 palmas “__ Mais gosta” _ 3 palmas Logo após da ordem indicada pelo líder cada criança dirá o nome de uma fruta e baterá 3 palmas, que será acompanhada por todo o grupo. Depois de que todas as crianças tiverem dito o nome de uma fruta, o líder ou outra criança, sem intercessão, continua a brincadeira, dando nova ordem. Poderão ser lembrados: nomes de cidades, bairros, países, acidentes geográficos, pessoas da Bíblia, cores, animais, comidas, sobremesas, etc. Pagarão prendas os que errarem. DENTRO! FORA! Formação: Ao redor de um círculo grande ficam as crianças. Desenvolvimento: O líder ordena Dentro ou Fora e todas as crianças cumprem as ordens pulando com os pés juntos para dentro ou para fora do círculo. De vez em quando o professor repete a mesma ordem. As crianças que erram são eliminadas provisoriamente, isto é, até serem substituídas por outras que cometeram a mesma falta. CAMALEÃO Formação: Este jogo necessita de um espaço relativamente plano, delimitado. Jogam pelo menos seis crianças. Coloca-se uma criança (camaleão), virada de olhos tapados pelas mãos. As restantes crianças estão colocadas à vontade, a uma distância de cerca de dez metros. Desenvolvimento: Ao sinal de início do jogo, as crianças perguntam em coro àquela que está de costas: “Camaleão, de que cor?” . O camaleão responde dizendo uma cor, por exemplo, o azul. Mal diz a cor, neste exemplo, o azul, o camaleão vira-se e começa a correr atrás dos colegas, que fogem. Ao fugir, as crianças procuram um objeto da cor escolhida e tocam nele, a fim de se livrar. Neste caso, o camaleão não as pode caçar. Só pode caçar aquelas crianças que ainda não se livraram, ou seja, não tocaram na cor escolhida. Se o camaleão tocar em alguém antes de se livrar, este passa a ser o novo camaleão. Se o camaleão não conseguir caçar ninguém, continua nesta função. CAIU EM MIM Objetivo: Esta dinâmica pode ser considerada um exercício de integração, no entanto, é mais adequada para grupos que já se conhecem, objetivando o lazer e a descontração. Procedimentos: 1. Orientar para que todos fiquem assentados em círculo; 2. Distribuir papeletas e lápis para cada participante; 3. Cada pessoa escreverá na sua papeleta alguma coisa que o vizinho da direita realizasse. Pode ser qualquer coisa: imitar alguém, cantar uma música, imitar um animal, etc; 4. Deverão assinar o nome nas papeletas 5. O facilitador recolhe todas as papeletas; 6. Após recolher as papeletas, dá o mote: “Aquilo que você quiser para si não deve desejar para os outros… Portanto, o que você escreveu na sua papeleta, quem vai executar é você! (ninguém pode se recusar a participar) 7. Iniciar por voluntários, até que todos tenham concluído.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

CUBO EVANGELISTICO








A MAIOR HISTÓRIA DO MUNDO
1.1 ESTA LUZ REPRESENTA DEUS. DEUS É PURO. DEUS É SANTO. NELE NÃO HÁ SUJEIRA. NÃO HÁ PECADO ALGUM.
1.2 O OUTRO LADO DA FIGURA REPRESENTA O SER HUMANO. O ESCURO AO REDOR DELE REPRESENTA OS SEUS ERROS E TUDO AQUILO QUE OFENDE A DEUS. NO DIA EM QUE O HOMEM COMETEU ESSES ERROS CRIOU-SE ENTRE ELE E DEUS UM ABISMO, UM ABISMO INTRANSPONIVEL. E A PARTIR DESSE ABISMO O HOMEM E DEUS SE TORNARAM INIMIGOS.
2. MAS UM DIA DEUS ENVIOU SEU PRÓPRIO FILHO, JESUS CRISTO PARA VIR A ESTE MUNDO E MORRER NUMA CRUZ PARA SALVAR TODO AQUELE QUE NELE CRÊ . A BIBLIA DIZ QUE DEUS AMOU AO MUNDO DE TAL MANEIRA, QUE DEU SEU FILHO UNIGENITO PARA QUE TODO AQUELE QUE NELE CRER NÃO PEREÇA, MAS TENHA A VIDA ETERNA. ISSO SE ENCONTRA EM JOÃO 3.16.
3. MAS A HISTÓRIA CONTA QUE JESUS MORREU E FOI ENTERRADO NO TÚMULO E FICOU SEPULTADO DURANTE 3 DIAS E 3 NOITES. A HISTÓRIA TAMBÉM CONTA QUE AO TERCEIRO DIA JESUS RESSUSCITOU. ELE RESSUSCITOU PARA TRAZER A SOLUÇÃO PARA O ABISMO QUE SEPARAVA DEUS DO HOMEM. JESUS SE TORNOU EXATAMENTE A PONTE. A PONTE CAPAZ DE LIGAR NOVAMENTE AO HOMEM AO CRIADOR. JESUS DIZ EM SUA PALAVRA “EU SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA, NINGUEM VEM AO PAI SENÃO POR MIM.” EM OUTRAS PALAVRAS NINGUEM PODE CHEGAR A DEUS A MENOS QUE ATRAVESSE A PONTE. A CRUZ DE CRISTO.
4. AO HOMEM FOI DESTINADO A DESTRUIÇÃO ETERNA OU VIDA ETERNA. AQUELE QUE SE RECONCILIAR COM DEUS POR MEIO DE JESUS DEIXA DE TER UM DESTINO TERRIVEL DE DESTRUIÇÃO.
5. O SENHOR ESPERA QUE ESTE NOVO CORAÇÃO DESENVOLVA PELO MENOS 4 CARACTERISTICAS:
1º. O SENHOR DESEJA QUE VOCÊ DESENVOLVA O HÁBITO DE LER A SUA PALAVRA TODOS OS DIAS. PORQUE LER A BÍBLIA É APRENDER A OUVIR O QUE O SENHOR TEM A NOS DIZER.
2º. TBÉM ORAR. PQ ORAR É UM MEIO PELO QUAL NOS RELACIONAMOS COM O SENHOR.
3º. A BÍBLIA TBÉM NOS ENSINAR A RELACIONARMOS COM OUTROS QUE TBÉM TENHAM ESSE CORAÇÃO NOVO (COMUNHÃO).
4º. MAS NÃO SÓ ISSO DEVEMOS TBÉM NOS RELACIONAR COM OUTRAS PESSOAS E CONTAR-LHES A MAIOR HISTÓRIA DO MUNDO...FALAR DE JESUS POR ONDE ANDARMOS E SERMOS DIFERENTES!!!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

HISTÓRIA INFANTIL - O Guarda-Chuva Ambulante












HISTÓRIA INFANTIL - O Guarda-Chuva Ambulante

Vocês gostariam de ouvir a história de um guarda-chuva ambulante?
É um fato que realmente aconteceu.


Um guarda-chuva grandão ia andando bem depressa pela rua.
Parecia possuir pés próprios, era bonito, feito de várias cores brilhantes, enorme ia saltitando pela rua abaixo.

Todo mundo ficou curioso à respeito do guarda-chuva estranho.
Crianças e adultos iam seguindo atrás, logo descobriram que os pezinhos pertenciam a um menino, ele andava depressa, sem dizer uma palavra, e o grupo seguia-o.

Finalmente chegaram a um lugar sombreado, debaixo de uma árvore bem grande, o menino colocou o enorme guarda-chuva no chão. E perguntou ele, as crianças que se aproximavam.
- Quem quer ouvir a história do meu guarda-chuva?
- Sentem-se então e escutem. Disse o menino, e todos obedeceram apesar do fato de alguns serem maiores do que ele.

Apontando para a parte preta ele começou:
- Estão vendo esta cor? O preto nos faz pensar na escuridão e no pecado, cada um de nós já fizemos coisas erradas uma vez ou outra. Muitas vezes pecamos numa hora quando ninguém está por perto, ou no escuro, quando ninguém pode nos ver. As coisas feias que praticamos são chamadas de pecado.
Todos escutavam com atenção.

Vocês estão vendo esta cor dourada, representada pela cor amarela?
Esta nos faz lembrar o céu, onde tem ruas de ouro, vocês sabiam que nenhum pecado pode entrar no céu? Porque se entrasse estragaria o céu!
Não existe pecado lá, por isso nenhum de nós pode ir para o céu, porque todos nós temos pecado no coração.

Mais estão vendo esta cor vermelha? Continuou o menino... Esta nos conta que o Senhor Jesus Cristo morreu na cruz e derramou seu precioso sangue para nos perdoar os pecados.
O Senhor Jesus é o filho de Deus, Ele tomou o castigo que nós merecemos.

Quando cremos que Ele é mesmo o Filho de Deus e o recebemos como nosso Salvador, Ele perdoa todos os nossos pecados, tornando o nosso coração limpo e puro, como a parte branca do meu guarda-chuva, mais é preciso confiar em Jesus. Temos que pedir perdão pelos nossos pecados.Quando fazemos isso, Ele vem morar em nosso coração e torna-se nosso Salvador. E Jesus faz com que possamos entrar no céu um dia quando deixarmos esta vida.Agora, quantos de vocês sabem que são pecadores? Mas querem ir um dia para o céu? Todas as mãos se levantaram. – Está bem, então diga para Deus que você é um pecador.

Logo, silenciosamente as crianças se ajoelharam no chão, cada um falou com Deus, confessando os seus pecados.
- Diga-lhe agora que você crê que o Senhor Jesus Cristo morreu em seu lugar e peça que Jesus lhe salve neste instante.
Baixinho, as crianças começaram a orar.

O menino tirou uma Bíblia pequena (um Novo Testamento) do seu bolso, abriu ela no Livro do Evangelho de João 3:16.
- Vou ler um versículo da Palavra de Deus, quando chegar às palavras “o mundo” você deve substituir pelo seu nome e quando eu falar “todo aquele” você coloca seu nome ali também, estão entendendo?
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crê, não pereça mais tenha a vida eterna”.
Cada um leu o versículo, colocando o seu próprio nome.
- Isto significa que se você de fato crê que Deus lhe ama e que Ele mandou seu Filho para morrer em seu lugar, e se você confia em Jesus e o recebeu em seu coração então você acaba de nascer na família de Deus, e todos que pertencem a família de Deus têm a vida eterna. É a palavra de Deus que diz isto, e pode ter certeza: É a verdade.
Ele parou um instante, e olhando firmemente para todos disse:
- Vocês estão notando que tenho ainda uma outra cor no meu guarda-chuva? Qual a cor que falta? Os ouvintes responderam, todos juntos: “Verde”.

- Está certo, não falei nada sobre o verde, pois bem, é o seguinte, depois de termos recebido o Senhor Jesus e termos o perdão dos nossos pecados, estamos prontos para irmos para o céu, Jesus quer que nós cresçamos espiritualmente, que sejamos crentes mais firmes cada dia que passa.
- O verde nos fala das coisas que crescem, como as árvores, as flores, as gramas..., Você só vai se tornar um crente forte, se você ler a Bíblia e orar todos os dias, e ir a igreja todos os domingo, não se esqueçam disso.
Ele fechou o guarda-chuva.
- Quero que vocês vão embora agora para contar aos outros o que eu lhes contei, voltarei amanhã para ver se vocês poderão repetir para mim tudo o que lhes falei sobre as cores.
Todos que puderem me dizer os significados das cores, receberá um livrinho com estas mesmas cores, para poderem contar a mais alguém (o professor pode fazer vários livrinhos para darem aos seus alunos).
As crianças não voltaram logo para a brincadeira, em vez disso foram falar daquilo que acabaram de ganhar.
E o nosso amiguinho abriu o guarda-chuva novamente e continuou andando pelas ruas, procurando outras pessoas para ouvirem o Evangelho.

Fonte: APEC

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Verdades da Profissão de Professor


Ninguém nega o valor da educação e que um bom professor é imprescindível. Mas, ainda que desejem bons professores para seus filhos, poucos pais desejam que seus filhos sejam professores. Isso nos mostra o reconhecimento que o trabalho de educar é duro, difícil e necessário, mas que permitimos que esses profissionais continuem sendo desvalorizados. Apesar de mal remunerados, com baixo prestígio social e responsabilizados pelo fracasso da educação, grande parte resiste e continua apaixonada pelo seu trabalho.
A data é um convite para que todos, pais, alunos, sociedade, repensemos nossos papéis e nossas atitudes, pois com elas demonstramos o compromisso com a educação que queremos. Aos professores, fica o convite para que não descuidem de sua missão de educar, nem desanimem diante dos desafios, nem deixem de educar as pessoas para serem “águias” e não apenas “galinhas”. Pois, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda.

Paulo Freire

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

DICAS PARA RELAXAR


Hoje em dia as pessoas vivem num mundo muito corrido e cansativo com preocupações com o trabalho, casa, filhos, trânsito, além também de ter que agüentar os diversos barulhos do dia-a-dia. Nessa correria muitas vezes as pessoas acabam deixando o descanso de lado, o que pode vir a causar diversos prejuízos para a saúde como o estresse, dores de cabeça, sono, indisposição, entre outras coisas que podem prejudicar e muito a saúde.

Muitas vezes, logo depois de um dia cansativo de trabalho e correria não damos o devido descanso para o nosso corpo e principalmente, para nossa mente, o que é um grande risco para a saúde e desempenho de um dia de trabalho, o que pode ser muito desgastante para a mente. Especialistas dizem que para um trabalhador normal que trabalhe pelo menos seis horas por dia deve ter um descanso para relaxar sua mente longo depois do trabalho, pois se tiver seu devido descanso terá o dia seguinte uma jornada mais tranqüila e sem estresse.

Para relaxar sua mente depois de um cansativo dia de trabalho não é necessário muito, confira abaixo dicas de como relaxar a mente após um dia estressante e cansativo.

Primeiro de tudo procure um lugar confortável e que você se sinta a vontade, pode ser dentro de casa, num lugar silencioso, ou em um lugar aberto e descontraído, sozinho ou também acompanhado;

Esqueça dos problemas de serviço, deixe para resolver no outro dia, ficar com a mente vazia;

Ande decalco antes a após um dia de trabalho, isso pode ser feito num gramado ou em cima da cama;

Logo após que chegar do trabalho come um alimento saudável e leve como uma fruta, um torrada, um chá ou suco. Deite-se cerca de 10 a 15 minutos e vá deixando sua mente ir se esvaziando dos problemas;

Tome um banho para tranqüilizar, se possível de sais e minerais, por cerca de 5 a 10 minutos;

Caso tenha que fazer os serviços da casa procure fazer isso escutando uma música bem relaxante, assim o estresse vai passando e com certeza você terá uma boa noite de sono e estará pronto para um novo dia de trabalho.

Fonte: Guiadicas

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

FELIZZZZZZZZZ!!! -)


FELIZ ANO NOVO A TODOS Q ACOMPANHAM O BLOG!!!

C/ CERTEZA CONTINUAREMOS TROCANDO IDÉIAS E EXPERIÊNCIAS!!! BJKSSS!!!

sábado, 17 de dezembro de 2011

FESTA DE ENCERRAMENTO - ARCA DE NOÉ










CRIANÇAS LINDAS ... EU AMOOOO VCS!!! SEMPRE... TIA DANI

sábado, 10 de dezembro de 2011

A Evolução do Desenho Infantil

Descoberta de um Universo: A Evolução do Desenho Infantil
Autora: Thereza Bordoni

"Antes eu desenhava como Rafael,
mas precisei de toda uma existência
para aprender a desenhar como as crianças".
(Picasso)

Os primeiros estudos sobre a produção gráfica das crianças datam do final do século passado e estão fundados nas concepções psicológicas e estéticas de então. É a psicologia genética, inspirada pelo evolucionismo e pelo princípio do paralelismo da filogênese com a ontogênese que impõe o estudo científico do desenvolvimento mental da criança (Rioux, 1951).
As concepções de arte que permearam os primeiros estudos estavam calcadas em uma produção estética idealista e naturalista de representação da realidade. Sendo a habilidade técnica, portanto, uma fator prioritário. Foram poucos os pesquisadores que se ocuparam dos aspectos estéticos dos desenhos infantis.
Luquet (1927 - França) fala dos 'erros' e 'imperfeições' do desenho da criança que atribui a 'inabilidade' e 'falta de atenção', além de afirmar que existe uma tendência natural e voluntária da criança para o realismo.
Sully vê o desenho da criança como uma 'arte embrionária' onde não se deve entrever nenhum senso verdadeiramente artístico, porém, ele reconhece que a produção da criança contém um lado original e sugestivo. Sully afirma ainda que as crianças são mais simbolistas do que realistas em seus desenhos (Rioux, 1951).
São os psicólogos portanto, que no final do século XIX descobrem a originalidade dos desenhos infantis e publicam as primeiras 'notas' e 'observações' sobre o assunto. De certa forma eles transpõem para o domínio do grafismo a descoberta fundamental de Jean Jacques Rousseau sobre a maneira própria de ver e de pensar da criança.
As concepções relativas a infância modificaram-se progressivamente. A descoberta de leis próprias da psique infantil, a demonstração da originalidade de seu desenvolvimento, levaram a admitir a especificidade desse universo.
A maneira de encarar o desenho infantil evolui paralelamente.
Modo de expressão próprio da criança, o desenho constitui uma língua que possui vocabulário e sua sintaxe. Percebe-se que a criança faz uma relação próxima do desenho e a percepção pelo adulto. Ao prazer do gesto associa-se o prazer da inscrição, a satisfação de deixar a sua marca. Os primeiros rabiscos são quase sempre efetuados sobre livros e folhas aparentemente estimados pelo adulto, possessão simbólica do universo adulto tão estimado pela criança pequena.
Ao final do seu primeiro ano de vida, a criança já é capaz de manter ritmos regulares e produzir seus primeiros traços gráficos, fase conhecida como dos rabiscos ou garatujas ( termo utilizado por Viktor Lowenfeld para nomear os rabiscos produzidos pela criança).
O desenvolvimento progressivo do desenho implica mudanças significativas que, no início, dizem respeito à passagem dos rabiscos iniciais da garatuja para construções cada vez mais ordenadas, fazendo surgir os primeiros símbolos Essa passagem é possível graças às interações da criança com o ato de desenhar e com desenhos de outras pessoas. Na garatuja, a criança tem como hipótese que o desenho é simplesmente uma ação sobre uma superfície, e ela sente prazer ao constatar os efeitos visuais que essa ação produziu. No decorrer do tempo, as garatujas, que refletiam sobretudo o prolongamento de movimentos rítmicos de ir e vir, transformam-se em formas definidas que apresentam maior ordenação, e podem estar se referindo a objetos naturais, objetos imaginários ou mesmo a outros desenhos. Na evolução da garatuja para o desenho de formas mais estruturadas, a criança desenvolve a intenção de elaborar imagens no fazer artístico. Começando com símbolos muito simples, ela passa a articulá-los no espaço bidimensional do papel, na areia, na parede ou em qualquer outra superfície. Passa também a constatar a regularidade nos desenhos presentes no meio ambiente e nos trabalhos aos quais ela tem acesso, incorporando esse conhecimento em suas próprias produções. No início, a criança trabalha sobre a hipótese de que o desenho serve para imprimir tudo o que ela sabe sobre o mundo. No decorrer da simbolização, a criança incorpora progressivamente regularidades ou códigos de representação das imagens do entorno, passando a considerar a hipótese de que o desenho serve para imprimir o que se vê.
É assim que, por meio do desenho, a criança cria e recria individualmente formas expressivas, integrando percepção, imaginação, reflexão e sensibilidade, que podem então ser apropriadas pelas leituras simbólicas de outras crianças e adultos.
O desenho está também intimamente ligado com o desenvolvimento da escrita. Parte atraente do universo adulto, dotada de prestigio por ser "secreta", a escrita exerce uma verdadeira fascinação sobre a criança, e isso bem antes de ela própria poder traçar verdadeiros signos. Muito cedo ela tenta imitar a escrita dos adultos. Porém, mais tarde, quando ingressa na escola verifica-se uma diminuição da produção gráfica, já que a escrita ( considerada mais importante) passa a ser concorrente do desenho.
O desenho como possibilidade de brincar, o desenho como possibilidade de falar de registrar, marca o desenvolvimento da infância, porém em cada estágio, o desenho assume um caráter próprio. Estes estágios definem maneiras de desenhar que são bastante similares em todas as crianças, apesar das diferenças individuais de temperamento e sensibilidade. Esta maneira de desenhar própria de cada idade varia, inclusive, muito pouco de cultura para cultura.
Luquet Distingue Quatro Estágios:
1- Realismo fortuito: começa por volta dos 2 anos e põe fim ao período chamado rabisco. A criança que começou por traçar signos sem desejo de representação descobre por acaso uma analogia com um objeto e passa a nomear seu desenho.
2- Realismo fracassado: Geralmente entre 3 e 4 anos tendo descoberto a identidade forma-objeto, a criança procura reproduzir esta forma.
3- Realismo intelectual: estendendo-se dos 4 aos 10-12 anos, caracteriza-se pelo fato que a criança desenha do objeto não aquilo que vê, mas aquilo que sabe. Nesta fase ela mistura diversos pontos de vista ( perspectivas ).
4- Realismo visual: É geralmente por volta dos 12 anos, marcado pela descoberta da perspectiva e a submissa às suas leis, daí um empobrecimento, um enxugamento progressivo do grafismo que tende a se juntar as produções adultas.
Marthe Berson distingue três estágios do rabisco:
1 - Estágio vegetativo motor: por volta dos 18 meses, o traçado e mais ou menos arredondado, conexo ou alongado e o lápis não sai da folha formando turbilhões.
2 - Estágio representativo: entre dois e 3 anos, caracteriza-se pelo aparecimento de formas isoladas, a criança passa do traço continuo para o traço descontinuo, pode haver comentário verbal do desenho.
3 - Estágio comunicativo: começa entre 3 e 4 anos, se traduz por uma vontade de escrever e de comunicar-se com outros. Traçado em forma de dentes de serra, que procura reproduzir a escrita dos adultos.
Em Uma Análise Piagetiana, temos:
1 - Garatuja: Faz parte da fase sensório motora ( 0 a 2 anos) e parte da fase pré-operacional (2 a 7 anos). A criança demonstra extremo prazer nesta fase. A figura humana é inexistente ou pode aparecer da maneira imaginária. A cor tem um papel secundário, aparecendo o interesse pelo contraste, mas não há intenção consciente. Pode ser dividida em:
• Desordenada: movimentos amplos e desordenados. Com relação a expressão, vemos a imitação "eu imito, porém não represento". Ainda é um exercício.

• Ordenada: movimentos longitudinais e circulares; coordenação viso-motora. A figura humana pode aparecer de maneira imaginária, pois aqui existe a exploração do traçado; interesse pelas formas (Diagrama).
Aqui a expressão é o jogo simbólico: "eu represento sozinho". O símbolo já existe. Identificada: mudança de movimentos; formas irreconhecíveis com significado; atribui nomes, conta histórias. A figura humana pode aparecer de maneira imaginária, aparecem sóis, radiais e mandalas. A expressão também é o jogo simbólico.
2 - Pré- Esquematismo: Dentro da fase pré-operatória, aparece a descoberta da relação entre desenho, pensamento e realidade. Quanto ao espaço, os desenhos são dispersos inicialmente, não relaciona entre si. Então aparecem as primeiras relações espaciais, surgindo devido à vínculos emocionais. A figura humana, torna-se uma procura de um conceito que depende do seu conhecimento ativo, inicia a mudança de símbolos. Quanto a utilização das cores, pode usar, mas não há relação ainda com a realidade, dependerá do interesse emocional. Dentro da expressão, o jogo simbólico aparece como: "nós representamos juntos".
3 - Esquematismo: Faz parte da fase das operações concretas (7 a 10 anos).Esquemas representativos, afirmação de si mediante repetição flexível do esquema; experiências novas são expressas pelo desvio do esquema. Quanto ao espaço, é o primeiro conceito definido de espaço: linha de base. Já tem um conceito definido quanto a figura humana, porém aparecem desvios do esquema como: exagero, negligência, omissão ou mudança de símbolo. Aqui existe a descoberta das relações quanto a cor; cor-objeto, podendo haver um desvio do esquema de cor expressa por experiência emocional. Aparece na expressão o jogo simbólico coletivo ou jogo dramático e a regra.
4 - Realismo: Também faz parte da fase das operações concretas, mas já no final desta fase. Existe uma consciência maior do sexo e autocrítica pronunciada. No espaço é descoberto o plano e a superposição. Abandona a linha de base. Na figura humana aparece o abandono das linhas. As formas geométricas aparecem. Maior rigidez e formalismo. Acentuação das roupas diferenciando os sexos. Aqui acontece o abandono do esquema de cor, a acentuação será de enfoque emocional. Tanto no Esquematismo como no Realismo, o jogo simbólico é coletivo, jogo dramático e regras existiram.
5 - Pseudo Naturalismo: Estamos na fase das operações abstratas (10 anos em diante)É o fim da arte como atividade expontânea. Inicia a investigação de sua própria personalidade. Aparece aqui dois tipos de tendência: visual (realismo, objetividade); háptico ( expressão subjetividade) No espaço já apresenta a profundidade ou a preocupação com experiências emocionais (espaço subjetivo). Na figura humana as características sexuais são exageradas, presença das articulações e proporções. A consciência visual (realismo) ou acentuação da expressão, também fazem parte deste período. Uma maior conscientização no uso da cor, podendo ser objetiva ou subjetiva. A expressão aparece como: "eu represento e você vê" Aqui estão presentes o exercício, símbolo e a regra.
E ainda alguns psicólogos e pedagogos, em uma linguagem mais coloquial, utilizam as seguintes referencias:
• De 1 a 3 anos
É a idade das famosas garatujas: simples riscos ainda desprovidos de controle motor, a criança ignora os limites do papel e mexa todo o corpo para desenhar, avançando os traçados pelas paredes e chão. As primeiras garatujas são linhas longitudinais que, com o tempo, vão se tornando circulares e, por fim, se fecham em formas independentes, que ficam soltas na página. No final dessa fase, é possível que surjam os primeiros indícios de figuras humanas, como cabeças com olhos.
• De 3 a 4 anos

Já conquistou a forma e seus desenhos têm a intenção de reproduzir algo. Ela também respeita melhor os limites do papel. Mas o grande salto é ser capaz de desenhar um ser humano reconhecível, com pernas, braços, pescoço e tronco.
• De 4 a 5 anos

É uma fase de temas clássicos do desenho infantil, como paisagens, casinhas, flores, super-heróis, veículos e animais, varia no uso das cores, buscando um certo realismo. Suas figuras humanas já dispõem de novos detalhes, como cabelos, pés e mãos, e a distribuição dos desenhos no papel obedecem a uma certa lógica, do tipo céu no alto da folha. Aparece ainda a tendência à antropomorfização, ou seja, a emprestar características humanas a elementos da natureza, como o famoso sol com olhos e boca. Esta tendência deve se estender até 7 ou 8 anos.
• De 5 a 6 anos

Os desenhos sempre se baseiam em roteiros com começo, meio e fim. As figuras humanas aparecem vestidas e a criança dá grande atenção a detalhes como as cores. Os temas variam e o fato de não terem nada a ver com a vida dela são um indício de desprendimento e capacidade de contar histórias sobre o mundo.
• De 7 a 8 anos

O realismo é a marca desta fase, em que surge também a noção de perspectiva. Ou seja, os desenhos da criança já dão uma impressão de profundidade e distância. Extremamente exigentes, muitas deixam de desenhar, se acham que seus trabalhos não ficam bonitos.
Como podemos perceber o linha de evolução é similar mudando com maior ênfase o enfoque em alguns aspectos. O importante é respeitar os ritmos de cada criança e permitir que ela possa desenhar livremente, sem intervenção direta, explorando diversos materiais, suportes e situações.
Para tentarmos entender melhor o universo infantil muitas vezes buscamos interpretar os seus desenhos, devemos porem lembrar que a interpretação de um desenho isolada do contexto em que foi elaborado não faz sentido.
É aconselhável, ao professor, que ofereça às crianças o contato com diferentes tipos de desenhos e obras de artes, que elas façam a leitura de suas produções e escutem a de outros e também que sugira a criança desenhar a partir de observações diversas (cenas, objetos, pessoas) para que possamos ajudá-la a nutrisse de informações e enriquecer o seu grafismo. Assim elas poderão reformular suas idéias e construir novos conhecimentos.
Enfim, o desenho infantil é um universo cheio de mundos a serem explorados.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

NATAL COM MATERIAL RECICLADO










Navegando encontrei vários enfeites de natal com material reciclado! Se for de sua autoria queira manifestar-se p/ dar os devidos créditos.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

CULINÁRIA COLORIDA




Receita de geladinhos a base de água: Para esta receita gelada é necessário uma xícara de chá de suco de sua preferência, três xícaras de chá de açúcar, uma xícara de chá de água e uma lata de leite condensado ou uma xícara de açúcar. Para o modo de preparo, basta bater o suco da fruta desejada juntamente com o açúcar e com a água, e após alguns segundos acrescente o leite condensado e leve a mistura para os saquinhos específicos para geladinhos, os quais são encontrados facilmente em mercados e casas de embalagens. Desta forma, leve-os para o freezer e deixe congelar. No entanto, há quem não goste deste famoso geladinho pelo fato de você chupar e o gosto sair todo e apenas ficar o gelo, e para que isso não aconteça a sua receita pode ser feita com leite ou então, fazer um segredinho que poucas sabem, que é fazer um mingau de amido bem cozido e bater com um pouco de leite no liquidificador até dissolver bem, e assim misture com o restante do leite ou água da receita. É válido ressaltar que para um litro de água ou leite é preciso fazer um mingau com uma colher de amido e um copo de água ou leite.
AS CRIANÇAS AMARAM PARTICIPAR DA PREPARAÇÃO DO GELADINHO!!! E A DEGUSTAÇÃO ENTÃO...HMMM....RS