quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Como fazer uma boa adaptação no Berçário
Preparação e parceria com a família são fundamentais para assegurar uma adaptação tranquila aos bebês que vão à escola pela primeira vez
Fernanda Salla (novaescola@atleitor.com.br)
Crianças inseguras, pais angustiados e sofrimento diante da separação iminente. Esse não precisa ser o retrato do início dos pequenos na creche. É possível diminuir o desconforto e proporcionar uma adaptação tranquila e saudável para os bebês e sua família. A fase de acolhimento na Educação Infantil é diferente para cada faixa etária e requer atenção redobrada com bebês de até 2 anos. Afinal, quase tudo é novidade para eles: a convivência com outras crianças e adultos (além do círculo mais próximo).
O primeiro passo é conhecer bem a criançada. Entender seus costumes e medos ajuda a elaborar o planejamento. "Quando percebem que o educador sabe coisas que as fazem se sentir bem, elas ficam mais calmas", diz Rosa Virgínia Pantoni, mestre em Psicologia e coordenadora de assistência social da Creche Carochinha, ligada à Universidade de São Paulo (USP).
Antes de receber a turma, é fundamental ler com atenção todas as informações contidas na ficha de anamnese (com histórico de saúde). Também é desejável fazer uma entrevista detalhada com a família. Durante o bate-papo, os pais podem esclarecer dúvidas e ajudar você e seus colegas a entender os hábitos da criança. "É um momento de ajuste de expectativas. É essencial escutar o que os familiares esperam e explicar os objetivos da instituição", diz Ana Charnizon, educadora da UMEI Aarão Reis, em Belo Horizonte. Mostrar interesse pela criança é uma forma de tranquilizar os pais. Vale perguntar como é a rotina em casa, do que a criança gosta de brincar e de comer e se possui objetos de apego. A entrevista pode ser finalizada com uma visita pelos ambientes.
Bebês de até 10 meses estranham a escola, o modo como são colocados para dormir e a comida oferecida. É necessário prestar atenção nos aspectos sensoriais: deixar objetos pessoais, como mantinhas, chupeta e fronhas, junto ao berço ajuda na adaptação. A ausência dos pais não incomoda, mas a textura diferente do lençol do berço, a forma como são colocados para dormir, a temperatura da água do banho, sim.
Depois de completar 1 ano, a adaptação muda um pouco. O foco principal agora é fazer com que o bebê se acostume à ausência dos responsáveis. Por isso, é necessário alternar momentos em que os familiares estejam próximos e distantes da criança. Nessa idade, ela já começa a estranhar quem não conhece e estabelece vínculos com alguns adultos. Faz parte do processo, então, manter os rostos conhecidos ao alcance da visão do pequeno. A separação é feita aos poucos, intercalando momentos de aproximação e de ausência, até que o bebê se acostume à rotina na creche.
Outra estratégia para assegurar a tranquilidade é fazer um espaço para cada criança (leia a sequência didática). Assim, ela entende que há um lugar coletivo, mas que também existe um cantinho só dela, com seus objetos de apego ou brinquedos. Isso faz com que se estabeleçam vínculos com o local. Também é importante definir uma rotina, com horários e regras, para que os pequenos se sintam amparados.
O choro nos momentos iniciais da separação é normal e deve passar logo, à medida que a criança percebe que é acolhida e compreendida. Caso o berreiro persista, isso pode ser sinal de insegurança. Outras manifestações de desconforto são o sono constante, a apatia e a recusa em comer. Reuniões e estudos periódicos permitem aprofundar o conhecimento a respeito do universo infantil e agir nesses casos. "A insegurança dos responsáveis influencia ansiedade dos pequenos. Por isso, os profissionais precisam estar preparados", explica Ana.
Cabe ao educador acolher os bebês, reconhecer seus sentimentos e fortalecê-los emocionalmente. "As ações devem estar voltadas para a apresentação do novo ambiente de uma forma delicada", explica Clélia Cortez, formadora do Instituto Avisa Lá, em São Paulo. "O que está em jogo é o compromisso em transformar os sentimentos de angústia presentes neste momento em segurança e afeto", completa.
Processo de acolhimento de bebês
Objetivos
- Construir um ambiente de acolhimento e segurança para os bebês e suas famílias.
- Estabelecer diálogos com eles e ressignificar os gestos, as ações e os sentimentos por meio da linguagem.
Conteúdos
- Inclusão das famílias no processo de adaptação.
- Respeito às singularidades de cada criança.
Idade
Até 2 anos.
Tempo estimado
Duas semanas.
Material necessário
Objetos de apego dos bebês e para os cantos de atividades diversificadas, uma foto de cada criança e livros de literatura infantil.
Flexibilização
Bebês com deficiência intelectual costumam apresentar um desenvolvimento mais lento que os demais. No entanto, no caso de deficiências menos severas, essas diferenças podem ser pouco notadas nos primeiros anos de vida. O bebê é capaz de desenvolver sua mobilidade (mesmo que tenha algumas limitações motoras) e também a capacidade de comunicação, embora costume apresentar dificuldades de equilíbrio e de orientação espacial. Certifique-se das limitações desta criança, respeite o ritmo de cada bebê e conte muito com a ajuda dos pais ou responsáveis para adequar os procedimentos nas situações de cuidado e de aprendizagem. Repetir atividades e oferecer objetos que façam parte do dia a dia do bebê são ações fundamentais que ajudam a criança nesse processo de acolhimento. Organizar um caderno de registros, com as evoluções e dificuldades de cada bebê em diferentes situações de aprendizagem também contribui para diagnosticar eventuais dificuldades da criança.
Desenvolvimento
1ª etapa
Leia a anamnese dos bebês ou entreviste seus familiares. Converse com eles sobre a possibilidade de uma pessoa próxima à criança acompanhar o período de adaptação e participar de situações da rotina para compartilhar formas de cuidados com o educador. Não é preciso que os pais estejam presentes. Outros responsáveis, como avós, tios e irmãos mais velhos, podem participar dos primeiros dias.
2ª etapa
No primeiro dia, acompanhe os responsáveis nas situações de cuidado, como banho, alimentação e sono, e observe procedimentos e formas de interação (a entrega do objeto de apego no momento de sono, como foi interpretado o choro etc.). Monte alguns cantos (por exemplo, com jogos de encaixe) e se aproxime dos pequenos. Depois, faça uma roda com eles e as pessoas de sua referência para despedida e transforme os gestos e as ações observados em palavras. Converse sobre as brincadeiras, os interesses e o que foi possível aprender sobre eles: João gosta de bola, Marina tem um paninho etc. Fale que novas brincadeiras serão feitas no dia seguinte. No segundo dia, organize outros cantos, com bacias com água, bonecas e livros, por exemplo. Circule e participe das situações. Oriente as pessoas que acompanham o processo a ficar no campo de visão do bebê, mas que procurem desta vez não interagir o tempo todo. No momento de trocar a fralda, a referência familiar pode ficar ao lado do educador, enquanto ele realiza o procedimento explicando à criança o que foi que aprendeu sobre ela ("Eu já sei que você adora segurar seu urso ao ser trocado. Pegue aqui").
3ª etapa
No terceiro dia, brinque e abra espaço para a expressão de sentimentos e gestos. Procure dar sentido às ações com base nas experiências que os envolvem ("Seu bebê está com fome, José. Vamos preparar uma sopa?). As pessoas que acompanham os bebês podem se afastar do campo de visão deles. A saída deve ser comunicada às crianças. No quarto dia, mostre cantos variados. À medida que demonstrarem segurança, faça as despedidas das pessoas que os acompanham. Anuncie onde estarão (quem ainda fica na creche, quem vai tomar um café ou quem vai embora). Brinque e acolha os possíveis choros, pegando no colo, oferecendo brinquedos etc. Leia uma história.
4ª etapa
No quinto dia, componha o ambiente com os três cantos que mais atraíram no decorrer da semana. Selecione fotos dos pequenos para a composição de um painel. Nesse dia, apresente cada um, diga o nome, do que já brincou, se é sapeca, brincalhão etc. Quando os responsáveis vierem buscá-los, compartilhe esse painel na presença dos bebês e crie um contexto de conversa que demonstre o pertencimento deles à creche ("Agora esta sala é da Estela também. Olha onde fica sua foto."). Na segunda semana, planeje os cantos com base nos interesses das crianças e no que julga pertinente para ampliar as experiências delas com o mundo -- a repetição de propostas é importante.
Avaliação
Observe o comportamento dos bebês. Se possível, empreste um brinquedo às mais resistentes, diga para cuidarem bem e trazerem de volta à escola.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Tem brincadeira? Tem sim senhor!!! :-)
LÁ VEM O RATO
As crianças ficam em círculo e uma outra permanece no centro, segurando uma corda (cordel) em cuja extremidade prende-se um peso que será o "rato". Ao início do jogo, a criança do centro deve girar a corda junto aos pés dos participantes que devem pular não deixando que o rato os toque.
A criança deve deixar o rato pegá-la, é afastada do jogo. O jogo terminará quando só restar uma criança no círculo, a que será a vencedora.
CABO DE GUERRA
(Puxar a corda)
Os partidos alinham-se, com os jogadores uns atrás dos outros, cada grupo segurando uma metade de uma corda dividida igualmente entre ambos. A um dado sinal, começam a puxar a corda. Ganha a equipe que houver conseguido puxar maior parte para seu lado (deve ser colocado um lenço no meio da corda e marcar o centro no chão) ou a maior parte da corda ao cabo de um período de um ou dois minutos.
(Cadeia)
As equipes alinham-se atrás dos seus respectivos chefes, e cada jogador segura pela cintura o que lhe fica em frente. Os dois chefes, que se defrontam, seguram uma vara em posição horizontal, perpendicularmente a uma linha traçada no solo. A um sinal os partidos puxam para traz, tratando cada um de fazer todos os jogadores do lado oposto atravessarem a linha.
Para tornar o jogo mais fácil, pode-se marcar uma segunda linha a 1,50 m (ou menos) de cada lado da linha central, ganhando o grupo que obrigar os outros a passarem essa marca.
(Em fileira)
Este interessante jogo de tração pode dispensar a corda. Na sua mais simples forma, as equipes formam fileiras de cada lado de uma linha traçada no chão. Consiste o jogo em puxar os membros da equipe oposta, fazendo-os atravessar a linha. O jogador que for assim arrastado passará para a equipe dos seus capturadores.
Usando-se uma corda como linha de divisão entre as equipes, os jogadores colocam-se nos seus respectivos lados, com as mãos na corda, puxando os outros por meio dela.
RACHA ou PELADA
A " pelada " pode ser jogada em campos de várzea, praças, ruas de pouco movimento, gramados de jardins públicos, terrenos baldios, praias.
Jogo de bola muito difundido entre crianças e adultos, sem distinção de idade. Qualquer espaço e uma bola é motivo para uma pelada ou racha, versão informal do popular jogo de futebol.
Geralmente os peladeiros vão se reunindo aos poucos e, enquanto esperam a adesão de outros participantes, aproveitam para disputar linha de passe, bobinho, cascudinho, dupla, chute-a-gol. Estes jogadores que antecedem a pelada propriamente dita, são uma forma de atrair novos companheiros e, paralelamente, proporcionar o aquecimento dos jogadores. Reunido o grupo, com número fixo de participantes, mas sempre igual para cada lado, marcam-se as balizas que podem ser improvisadas de várias maneiras: camisas, chinelos, pedras, pedaços de pau, galhos de árvore.
Dois elementos tiram o par-ou-ímpar e o vencedor começa a escolher seu time. Vão se alternando na escolha até que não sobre mais ninguém ou se atinja um número considerado suficiente. Normalmente, os primeiros a serem escolhidos são os melhores jogadores, ficando para o final ou indo para o gol, aqueles que são considerados ruins na linha-ataque ou na defesa. Quando a pelada se inicia com um número reduzido de peladeiros, à medida que novos elementos se aproximam da beira do campo, vão sendo escolhidos, entrando sempre um de cada lado.
Na pelada as regras do futebol não são respeitadas, isto é, vale tudo. A única exceção é a mão na bola. Esta falta provoca a interrupção da partida e então é cobrada uma penalidade, que poderá ser um pênalti, caso o lance tenha ocorrido dentro da área.Quando jogada na rua ou em praças, frequentemente não há goleiros, sendo balizas demarcadas em tamanho bastante reduzido para dificultar o gol.
Sem tempo determinado de duração - a não ser quando se combina previamente o número de gols - o jogo se desenvolve até escurecer, com incentivos e apupos dos assistentes e torcedores. Quando não há combinação prévia do número de gols da partida, o fim poderá ser determinado pelo primeiro gol feito a partir do momento em que alguém grita: - " Quem fizer o primeiro gol ganha!". A pelada, então, se torna mais animada com os dois times querendo ter a honra de marcar o último gol e, consequentemente, saírem vencedores. Fonte: Governo do Estado do Rio de Janeiro - Folclore fluminense, 1982.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
A diferença entre adaptar-se e ser acolhido
A qualidade do acolhimento deve garantir a qualidade da adaptação.
O nome adaptação pode sugerir apenas o esforço que a criança realiza para ficar e bem, no espaço coletivo com pessoas grandes e pequenas, todas na maioria das vezes desconhecidas, enfrentando relações, regras e limites diferentes do espaço do lar a que esta acostumada. Há de fato sempre um grande esforço por parte da criança que chega e que está conhecendo o ambiente novo, mas entendemos que o processo de conhecer e estabelecer novos vínculos depende fundamentalmente da forma como a criança é ACOLHIDA.
Considerar a adaptação sobre o espaço de acolher, aconchegar, procurar oferecer bem-estar, conforto físico e emocional, amparar, amplia significativamente o papel e a responsabilidade da instituição de educação neste processo.
O acolhimento deve acontecer todo dia na entrada; após uma temporada sem vir à escola; quando algum imprevisto acontece e a criança sai mais tarde; depois que as outras já saíram; após um período de doença, e enfim, sempre que o adulto julgar conveniente, porque é bom para toda criança ser bem recebida e sentir-se importante para alguém. Nós adultos também somos sensíveis ao acolhimento. Quando somos bem recebidos, em qualquer lugar, em geral nossa reação é de simpatia e abertura, o que nos leva a esperar o melhor daquele ambiente e daquelas pessoas.
PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO PODEM AUXILIAR NOS PRIMEIROS DIAS DA CRIANÇA, DOS FAMILIARES, DOS PRÓPRIOS EDUCADORES E DE TODA EQUIPE ESCOLAR.
Por que a adaptação é tão difícil para a criança, a família e o educador?
A discussão sobre a acolhida das crianças na instituição escolar já tem história na educação de nosso país. As dificuldades enfrentadas nos primeiros dias pelas crianças ao ingressar em uma instituição, eram vistas como um mal necessário, pelo qual, todas deveriam passar. Era comum apostar que mais cedo ou mais tarde acabariam se acostumando, porque de um jeito ou de outro isso acabava acontecendo. Sofrimento, insegurança, desamparo, que para muitos adultos, a lembrança dos primeiros dias de escola faz parte com recordações pouco agradáveis.
Com o passar do tempo a educação começou a considerar esse período, preocupando-se cada vez mais com os sentimentos, as emoções, a individualidade, a construção da identidade e o processo de socialização das crianças. Sendo possível amenizar consideravelmente esse impacto, por meio de um planejamento e da antecipação de problemas comuns nessa fase.
Consideramos que o planejamento cuidadoso da entrada da criança na escola deve ser inerente ao projeto educativo de cada instituição, um indicador de qualidade de serviço prestado. O acolhimento pode ser enfocado de diferentes pontos:
O da criança, pelo significado e emoção despertados pela passagem de um espaço seguro e conhecido para outro em que é necessário um investimento afetivo e intelectual para poder estar bem;
O das famílias, que compartilham a educação da criança com a instituição;
O do professor, que recebe uma criança desconhecida e ainda tem as outras do grupo para acolher;
O das outras crianças, que estão chegando ou que fazem parte do grupo e precisam encarar o fato de que há mais um com quem repartir, mas também com quem somar;
O da instituição, nos aspectos: organizacional e de gestão, que precisam prever espaço físico, materiais, tempo e recursos humanos capacitados para essa ação.
O da equipe escolar, que precisa respeitar os comportamentos das crianças nesse período e se preparar para as previstas situações.
COMO AS CRIANÇAS PODEM VIVER A ENTRADA NA INSTITUIÇÃO DE EDUCAÇÃO.
Para a criança, entrar na escola implica um processo ativo de construção de novos conhecimentos e de vínculos. Quando chega à instituição, ela já pode ter expectativas sobre o comportamento dos adultos, das outras crianças e até mesmo sobre a forma de se relacionar com os objetos e brinquedos, pois construiu referência a partir de suas vivências e experiências. Ela precisa de um tempo para ver com clareza as diferenças entre sua casa e a escola e para que transfira seus sentimentos básicos de confiança e segurança para alguém. Esse tempo é bastante individualizado – algumas passam por esse momento de forma mais rápida, outras mais lentas.
Grande parte das crianças costuma reagir fortemente à separação de diferentes maneiras: podem chorar ou, ao contrário, ficarem muito caladas, podem agredir outras crianças, podem adoecer, recusar-se a comer, a dormir, a brincar. É preciso acolher essas manifestações e conhecer a forma de cada um reagir, considerando como natural dentro desse processo, sem rotular a criança a partir disso.
Algumas crianças têm rituais específicos (costumes) e ficam apegadas a eles. Essas coisas possuem um significado especial para elas, pois criam a ilusão de que a mãe ou a pessoa na qual investem afeto estão próximas, lhes proporcionando maior conforto emocional e segurança. Deixar que a criança mantenha seu jeito de ser, seus rituais e sua rotina individualizada, para aos poucos se ajustar ao grupo, proporciona suavidade à transição, sem rupturas bruscas e maior controle do adulto sobre o processo. Conversar com a criança sobre seus sentimentos, sobre a nova rotina, esclarecendo o que vai acontecer com ela, ajudá-la a expressar seus sentimentos e a valorizá-la enquanto pessoa são cuidados que a ajudarão a desenvolver sua autonomia para lidar com as novas situações.
Esse período cuidadosamente planejado promove a confiança e o conhecimento mútuos, favorecendo o estabelecimento de vínculos afetivos entre as crianças, as famílias e os educadores.
Vale lembrar que o fato de ter uma pessoa familiar junto à criança na escola, caso seja preciso nesse período inicial, possibilita à família conhecer melhor o local e o educador com quem a criança vai ficar. Geralmente isso faz com que todos adquiram maior segurança. Algumas famílias acreditam que é preferível sair escondido quando deixam a criança na escola, a fim de evitar seu choro. É preferível que a criança veja e saiba que estão saindo, que expresse sua tristeza ou raiva e que seja consolada. Com o tempo, ela vai perceber que voltam todos os dias.
É importante, nessa fase, que todos: pais, educadores e equipe escolar possam compreender e respeitar o momento de cada criança de conhecer o novo ambiente e estabelecer novas relações.
Muita gente não gosta do termo “adaptação”. No dicionário “Aurélio”, adaptação quer dizer ajustamento, acomodação, o que é diferente das mudanças que vemos acontecer na instituição. Quem se ajusta ou se acomoda é aquele que se submete a uma situação seja boa ou ruim. A submissão é tudo o que as pessoas que trabalham com educação querem evitar. Muitos não gostam do termo “adaptar”, então cabe a todos interpretá-la de forma adequada para o atendimento de nossas crianças (ROSSETTI-FERREIRA, 2002, p. 51)
Esse período deve ser considerado um momento muito especial. Assim, merece reflexão e planejamento por parte de toda a equipe. Diante disso seguem algumas situações a serem planejadas durante as primeiras semanas de aula e que conforme necessidade poderão se estender ao longo do ano.
A acolhida e a despedida das crianças.
A chegada ou saída dos pais, momentos em que o professor pode colher informações importante.
O respeito à necessidade da criança em permanecer com um objeto que lhe dê segurança como: chupeta, fraldinha, ursinho ou outros.
A atenção à ansiedade, a falta de vontade de comer ou desânimo da criança. É importante conversar com os pais sobre como era o seu ritmo/rotina em casa.
Respeito às crianças que pedem a presença dos pais na escola – nesse caso é importante ver a necessidade de cada criança. A escola deve resolver essa situação da melhor forma, conversando com a criança e com seus pais.
O acompanhamento das crianças nos primeiros dias durante as refeições deve ser feito direto pelo educador. Lembrando que esse pode ser assim durante todo o ano. O respeito ao tempo de alimentação das mesmas deve ser atendido.
A apresentação dos espaços da escola às crianças: banheiros, bebedouros, salas de aulas, cantina e também a apresentação dos profissionais que trabalharão e acompanharão as crianças e suas funções.
O acompanhamento dos alunos aos sanitários, a organização da entrada e das saídas, principalmente o cuidados com as crianças que utilizam transporte – combinar com a direção da escola sobre como será realizada.
O cuidado com as atitudes de toda equipe para com as crianças (tom de voz, paciência, carinho,...).
A preparação de um ambiente acolhedor, estimulador e agradável, além da sala.
O cuidado para evitar o constrangimento da criança em situações como: fazer xixi na calça, derrubar comida, e a que apresentar ansiedade, nervosismo.
Conhecimento do prontuário dos alunos se interando de informações importantes.
“Essa fase inicial, em que a criança, família e educador estão se conhecendo, pode durar dias ou meses. Pensando melhor, sempre estarão se conhecendo. por isso se diz que a adaptação, de certa forma, nunca termina”. (Rossetti Ferreira, 2002)
Referências:
AZEVEDO, Heloisa Helena; SILVA, Lúcia Isabel de C. A concepção de infância e o significado da educação infantil. Espaço da Escola. Revista do Professor, n 34, p.33-40, out/dez.1999.
ROSSETTI-FERREIRA. Os fazeres na educação infantil. São Paulo: Cortez, 2002.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Jesus, nosso maior presente!!
Neste natal, nos é dada mais uma vez a oportunidade de sentarmos à mesa da comunhão, com troca de presentes e abraços. Pois no fundo, no fundo, o que a gente quer é isso: é um cartão, a gente quer é um abraço, a gente quer é que alguém diga: “eu lembrei de você, vc é importante pra mim, eu estou repartindo o meu pão com vc, a minha mesa com vc, abrindo meu coração, a minha intimidade, a minha casa”.
O que a gente lembra, de verdade, do natal é um telefonema inesperado, um cartão que veio. É um presente, que não precisava mesmo, e a gente diz: “obrigado”. É um abraço, é um reencontro. Isso é natal. Natal é Jesus encarnado. É Deus descendo para habitar conosco, no mundo dos homens. E é aqui, no mundo dos homens, entre os homens, no abraço entre os homens, numa amizade, numa reconciliação, num pedido de perdão, que Deus será encontrado, porque a essência de Deus é o amor. E onde nós vamos experimentar o amor, senão nas nossas relações fraternas?
Neste natal, o que eu desejo a você, é que Jesus lhe seja visível, audível, palpável.
E desejo que você troque abraços tão puros, mas tão puros, tão vazios de mágoas, ressentimentos, diferenças, preconceitos, julgamentos... tão puros, TÃO PUROS, que a pessoa abraçada por vc dirá: “parece até que foi Jesus que me abraçou”.
Que esse seja o nosso jeito de viver, de desejar e de experimentar um Feliz Natal!
Que Deus dê a você um feliz natal, e que VOCÊ dê, a muitas pessoas, um feliz natal, refletindo o amor de Jesus a todos que estarão à sua volta nesta noite. Que assim seja. Amém.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Biscoitinhos de Natal para fazer com as crianças
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Biscoitos de Natal
Ingredientes:
- 2 ½ kg de farinha de trigo
- 1 ½ colher (sopa) de cravo e canela em pó
- 1 colher (sopa) de bicarbonato de sódio dissolvido em ½ copo de água
- 4 ovos inteiros
- 250 gr. de margarina
- 750 gr. de açúcar
- 750 gr. de mel
Modo de Preparo:
Em uma bacia, coloque a margarina e em seguida o açúcar. Misture bem, mas sem bater muito. Coloque os 750 gramas de mel. Acrescente os quatro ovos inteiros. Não é necessário bater muito, apenas misture suavemente.
Em seguida, acrescente o cravo e a canela em pó. Aos poucos adicione a farinha de trigo. Na metade do processo, mexa o bicarbonato de sódio na água e coloque na bacia junto com os demais ingredientes.
Com as mãos, deixe a massa homogênea. Use forminhas de diferentes formatos para cortar a massa. Em uma forma untada, coloque para assar por 10 a 15 minutos.
Para fazer o glacê, você vai precisar de duas claras de ovo e duas colheres de sopa de vinagre branco. Ele tem a função de secante, não dá cheiro e nem gosto. Além de 500 gramas de açúcar de confeiteiro.
Em uma batedeira misture tudo e em poucos minutos o glacê está pronto. O creme pode ser usado de diversas cores, basta pingar algumas gotas de corante gel.
As crianças vão adorar!!!
sábado, 1 de dezembro de 2012
sábado, 3 de novembro de 2012
Artes com Pratinhos
Aproveitamos todo restinho de papel, canudos, barbante, etc...
Ficaram lindos!!! Parabénssssssss Pré II!!! :-)
sábado, 27 de outubro de 2012
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
TEATRO NO HOSPITAL
FOI UMA BENÇÃO A VISITA AO HOSPITAL. AS CRIANÇAS GOSTARAM MUITO DA PEÇA TEATRAL, INCLUSIVE AS MÃES E ENFERMEIRAS PRESENTES.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
TEATRO A LUVA LULU
Esta história conta, em linguagem simples e infantil, uma aventura emocionante e envolvente.
A LUVA LULU ensina a criança a ser perseverante na busca de seus objetivos e não desanimar diante das dificuldades. É destinado a crianças de zero a oito anos, recomendado especialmente aos pais e educadores que tenham o objetivo de desenvolver o aspecto espiritual e moral de seus filhos e alunos, proporcionando-lhes ainda atividades de estímulo à audição, atenção, memória e criatividade.
A Luva Lulu é feita à imagem e semelhança da mão, sem a mão ela é vazia e inútil. Da mesma forma o homem foi feito à imagem e semelhança de Deus. Sem Deus o homem é vazio e sua vida não tem sentido.
Que por meio desta história Deus abençoe à todos, desenvolvendo a razão da existência humana.
LUVA LULU
Luva Lulu estava muito triste, pois não encontrava ninguém que a preenchesse. Ela era tão murchinha... tão murchinha! Resolveu então, pegar as malas e partir à procura de seu dono.
Lulu andava muito ansiosa pelo caminho, quando avistou ao longe uma casa de fazenda. Pensou consigo:
Vou até lá para ver se encontro alguém que se pareça comigo.
Já a caminho, veja só quem Lulu encontrou:
__ Que bom encontrar você, galinha, disse Lulu toda sorridente.
__ Que você quer de mim? Nunca a vi antes, nem a conheço!
__ Quantos dedos você tem galinha?
__ Bom, deixe-me ver: um, dois, três... e mais um atrás.
__ Só quatro dedos! Hum, mesmo assim, não me custa tentar. Será que você poderia colocá-los em mim?
Apesar do esforço das duas, nada conseguiram. Assim, Lulu partiu tão triste e pensando consigo: Acho que nunca encontrarei meu dono.
Sempre olhando para a casa da fazenda, a luva Lulu prossegue sua viagem, quando de repente é atropelada por um porquinho que fugia.
__ Espere, seu porquinho, quero falar com você. É muito importante. Será que eu poderia dar uma olhada no seu pé?
E o porquinho, meio encabulado, levantou o pé como a Luva pediu.
Lulu ficou tão decepcionada! O pé era grande e tinha duas unhas horríveis e sujas. Mas como Lulu não queria desistir, pediu que seu porco tentasse colocar o pé nela.
Sabem o que aconteceu? Lulu ficou toda suja de lama. O pé do porco não lhe serviu e ela partiu sem esperança.
Chegando bem perto da casa, adivinhe quem veio receber Lulu? Foi o guarda da fazenda, um cachorro grande e que metia muito medo.
__ Quem é você? Eu não posso deixar nenhum estranho entrar aqui. Vá embora, disse o cachorro.
Lulu quase nem podia falar de tanto medo: Quan... quantos de... dedos você tem?
__ Dedos? Você está brincando comigo? Respondeu o cachorro.
__ Preciso de alguém com cinco dedos para preencher-me. Eu sou vazia e muito infeliz.
E o cachorro, que não era tão mau, ficou com tanta peninha de Lulu que tentou colocar os pés nela. Mas a tentativa foi em vão __ o cachorro só tinha quatro dedos.
A última esperança de Lulu era que alguém da casa pudesse recebê-la. Corajosamente bateu à porta e bem quietinha ficou, esperando alguém aparecer.
Foi então, que Pedrinho abriu a porta e viu Lulu.
__ Oba! Ganhei uma luva! Serve exatamente em mim. Com esse frio era a única coisa que eu precisava.
Pedrinho lavou Lulu e não mais a tirou das mãos.
E ela toda feliz, pensou: “Até que enfim encontrei aquele que me preenchesse!”.
Somos como a Luva Lulu que precisava de alguém para preenchê-la. Muitas vezes nos sentimos tristes, porque somos vazios por dentro. Procuramos fazer muitas coisas para alegrar-nos, mas elas não nos preenchem. Continuamos murchinhos. Assim como os pés da galinha, do porco e do cachorro não cabiam na Luva Lulu, também as muitas coisas que tentamos fazer não cabem dentro de nós. Só há uma pessoa que pode preencher e alegrar você. Na verdade, você foi feito parecido com Ele, para que Ele viesse morar em você. Essa pessoa é Deus. A luvinha procurou alguém que a preenchesse, e achou. Se você buscar a Deus também O encontrará.
Assim você nunca mais será vazio.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Dinâmicas
MARCHA DOS CHAPÉUS
Os participantes formam um círculo e marcham ao compasso da música, um atrás do outro como os chapéus postos, menos um. Os chapéus devem ser passados ao companheiro que marcha na frente. Quando a música cessa repentinamente, um ficará sem chapéu e este deve sair do círculo, levando um chapéu. O último que consiga manter seu chapéu será o vencedor. Pode-se fazer a brincadeira com um só chapéu no círculo. O participante que ficar com o chapéu na cabeça ao cessar a música, sairá do círculo.
Ovelha Perdida
Uma criança é escolhida e seus olhos vendados. Uma vara é colocada em sua mão, enquanto os outros formam um círculo ao seu redor. O cego vai apontando com a sua vara e pergunta: “Você é a Minha Ovelha Perdida?” A pessoa apontada deve pegar a vara e levá-la perto da sua boca e emitir um balido, disfarçando a voz, mas se for reconhecida deverá tomar o lugar do cego. Cada vez que isto acontece, os jogadores mudam de lugar para não ser reconhecida a sua posição.
Fazendo Compras
Um círculo com uma pessoa no centro. O participante que vai fazer compras dará voltas ao redor do círculo e deter-se-á em frente de um dos participantes e dirá, por exemplo: “Vou ao México, que posso comprar?” Imediatamente, contará até dez e antes que termine, o concorrente a quem está falando terá que mencionar três coisas que comecem com M (como manteiga, medicamentos, meias). Se não conseguir fazer isto, então ele tomará o lugar do que vai fazer compras. Poderá mencionar qualquer lugar e as coisas compradas terão que começar com a inicial do nome do lugar.
Caçar na Natureza
Jesus usava a Natureza para as suas ilustrações. Divida a classe em três ou quatro grupos. A cada grupo deve ser dada uma lista idêntica de artigos que devem ser encontrados. Ninguém pode sair da área designada.
Sugestões: sementes, trevo, haste de grama, folha de árvore, penas de aves, varinhas, pedaços de papel. Especifique um limite de tempo de mais ou menos 3 a 5 minutos. O grupo que conseguir mais itens é o vencedor.
Seguem para Samaria
Fazer uns quadrados no chão formando um grande círculo. Um quadrado para cada criança menos um que será o que “sobra”. Cada jogador ficará dentro do seu quadrado até que receba um toque do que sobra, ao este estar circulando e dizendo: “Segue-me para Samaria”. O que foi tocado coloca a sua mão no “sobra” e o segue. À medida que os outros vão sendo tocados e vão aumentando a fila que vai sendo unida pelas mãos no ombro, o líder pode gritar: “Os romanos vêm vindo”. Então, todos correm para os seus quadrados. O que ficar sem quadrado é “sobra”.
Corrida de Jornais
A cada participante são fornecidas duas folhas de jornal. Cada passo na corrida deve ser dado em cima dos jornais. Desta maneira, ele põe uma folha no chão, pisa em cima; põe a outra no chão, pisa em cima; pega a primeira que ficou para trás, trazendo-a novamente à frente, e assim sucessivamente até alcançar o alvo. (Percorrer todo o trajeto estipulado).
Rinha de Galo
Prender com um alfinete uma figura ou objeto nas costas de dois jovens para que estes descubram mutuamente o que têm nas costas. Cada um procurará ver primeiro o que tem seu companheiro nas costas, procurando evitar que o outro veja a sua. Premiar o primeiro a descobrir.
ATENÇÃO! CONCENTRAÇÃO!
Formação: Em círculo, sentados na sala de aula ou à vontade.
Desenvolvimento: Ao iniciar o jogo, todos dirão: “__ Atenção! Concentração!” Logo em seguida baterão palmas 3 vezes.
“__ Atenção” – 3 palmas
“__ Concentração” _ 3 palmas
“__ Diga o nome” _ 3 palmas
“__ Nome de” _ 3 palmas
A seguir o líder ou uma criança por ele indicada falará e os demais baterão palmas da seguinte maneira:
“__ Uma fruta” _ 3 palmas
“__ Que você” _ 3 palmas
“__ Mais gosta” _ 3 palmas
Logo após da ordem indicada pelo líder cada criança dirá o nome de uma fruta e baterá 3 palmas, que será acompanhada por todo o grupo.
Depois de que todas as crianças tiverem dito o nome de uma fruta, o líder ou outra criança, sem intercessão, continua a brincadeira, dando nova ordem.
Poderão ser lembrados: nomes de cidades, bairros, países, acidentes geográficos, pessoas da Bíblia, cores, animais, comidas, sobremesas, etc. Pagarão prendas os que errarem.
DENTRO! FORA!
Formação: Ao redor de um círculo grande ficam as crianças.
Desenvolvimento: O líder ordena Dentro ou Fora e todas as crianças cumprem as ordens pulando com os pés juntos para dentro ou para fora do círculo. De vez em quando o professor repete a mesma ordem. As crianças que erram são eliminadas provisoriamente, isto é, até serem substituídas por outras que cometeram a mesma falta.
CAMALEÃO
Formação: Este jogo necessita de um espaço relativamente plano, delimitado. Jogam pelo menos seis crianças. Coloca-se uma criança (camaleão), virada de olhos tapados pelas mãos. As restantes crianças estão colocadas à vontade, a uma distância de cerca de dez metros.
Desenvolvimento: Ao sinal de início do jogo, as crianças perguntam em coro àquela que está de costas: “Camaleão, de que cor?” . O camaleão responde dizendo uma cor, por exemplo, o azul. Mal diz a cor, neste exemplo, o azul, o camaleão vira-se e começa a correr atrás dos colegas, que fogem. Ao fugir, as crianças procuram um objeto da cor escolhida e tocam nele, a fim de se livrar. Neste caso, o camaleão não as pode caçar. Só pode caçar aquelas crianças que ainda não se livraram, ou seja, não tocaram na cor escolhida. Se o camaleão tocar em alguém antes de se livrar, este passa a ser o novo camaleão. Se o camaleão não conseguir caçar ninguém, continua nesta função.
CAIU EM MIM
Objetivo: Esta dinâmica pode ser considerada um exercício de integração, no entanto, é mais adequada para grupos que já se conhecem, objetivando o lazer e a descontração.
Procedimentos:
1. Orientar para que todos fiquem assentados em círculo;
2. Distribuir papeletas e lápis para cada participante;
3. Cada pessoa escreverá na sua papeleta alguma coisa que o vizinho da direita realizasse. Pode ser qualquer coisa: imitar alguém, cantar uma música, imitar um animal, etc;
4. Deverão assinar o nome nas papeletas
5. O facilitador recolhe todas as papeletas;
6. Após recolher as papeletas, dá o mote: “Aquilo que você quiser para si não deve desejar para os outros… Portanto, o que você escreveu na sua papeleta, quem vai executar é você! (ninguém pode se recusar a participar)
7. Iniciar por voluntários, até que todos tenham concluído.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
CUBO EVANGELISTICO
A MAIOR HISTÓRIA DO MUNDO
1.1 ESTA LUZ REPRESENTA DEUS. DEUS É PURO. DEUS É SANTO. NELE NÃO HÁ SUJEIRA. NÃO HÁ PECADO ALGUM.
1.2 O OUTRO LADO DA FIGURA REPRESENTA O SER HUMANO. O ESCURO AO REDOR DELE REPRESENTA OS SEUS ERROS E TUDO AQUILO QUE OFENDE A DEUS. NO DIA EM QUE O HOMEM COMETEU ESSES ERROS CRIOU-SE ENTRE ELE E DEUS UM ABISMO, UM ABISMO INTRANSPONIVEL. E A PARTIR DESSE ABISMO O HOMEM E DEUS SE TORNARAM INIMIGOS.
2. MAS UM DIA DEUS ENVIOU SEU PRÓPRIO FILHO, JESUS CRISTO PARA VIR A ESTE MUNDO E MORRER NUMA CRUZ PARA SALVAR TODO AQUELE QUE NELE CRÊ . A BIBLIA DIZ QUE DEUS AMOU AO MUNDO DE TAL MANEIRA, QUE DEU SEU FILHO UNIGENITO PARA QUE TODO AQUELE QUE NELE CRER NÃO PEREÇA, MAS TENHA A VIDA ETERNA. ISSO SE ENCONTRA EM JOÃO 3.16.
3. MAS A HISTÓRIA CONTA QUE JESUS MORREU E FOI ENTERRADO NO TÚMULO E FICOU SEPULTADO DURANTE 3 DIAS E 3 NOITES. A HISTÓRIA TAMBÉM CONTA QUE AO TERCEIRO DIA JESUS RESSUSCITOU. ELE RESSUSCITOU PARA TRAZER A SOLUÇÃO PARA O ABISMO QUE SEPARAVA DEUS DO HOMEM. JESUS SE TORNOU EXATAMENTE A PONTE. A PONTE CAPAZ DE LIGAR NOVAMENTE AO HOMEM AO CRIADOR. JESUS DIZ EM SUA PALAVRA “EU SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA, NINGUEM VEM AO PAI SENÃO POR MIM.” EM OUTRAS PALAVRAS NINGUEM PODE CHEGAR A DEUS A MENOS QUE ATRAVESSE A PONTE. A CRUZ DE CRISTO.
4. AO HOMEM FOI DESTINADO A DESTRUIÇÃO ETERNA OU VIDA ETERNA. AQUELE QUE SE RECONCILIAR COM DEUS POR MEIO DE JESUS DEIXA DE TER UM DESTINO TERRIVEL DE DESTRUIÇÃO.
5. O SENHOR ESPERA QUE ESTE NOVO CORAÇÃO DESENVOLVA PELO MENOS 4 CARACTERISTICAS:
1º. O SENHOR DESEJA QUE VOCÊ DESENVOLVA O HÁBITO DE LER A SUA PALAVRA TODOS OS DIAS. PORQUE LER A BÍBLIA É APRENDER A OUVIR O QUE O SENHOR TEM A NOS DIZER.
2º. TBÉM ORAR. PQ ORAR É UM MEIO PELO QUAL NOS RELACIONAMOS COM O SENHOR.
3º. A BÍBLIA TBÉM NOS ENSINAR A RELACIONARMOS COM OUTROS QUE TBÉM TENHAM ESSE CORAÇÃO NOVO (COMUNHÃO).
4º. MAS NÃO SÓ ISSO DEVEMOS TBÉM NOS RELACIONAR COM OUTRAS PESSOAS E CONTAR-LHES A MAIOR HISTÓRIA DO MUNDO...FALAR DE JESUS POR ONDE ANDARMOS E SERMOS DIFERENTES!!!
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
HISTÓRIA INFANTIL - O Guarda-Chuva Ambulante










HISTÓRIA INFANTIL - O Guarda-Chuva Ambulante
Vocês gostariam de ouvir a história de um guarda-chuva ambulante?
É um fato que realmente aconteceu.
Um guarda-chuva grandão ia andando bem depressa pela rua.
Parecia possuir pés próprios, era bonito, feito de várias cores brilhantes, enorme ia saltitando pela rua abaixo.
Todo mundo ficou curioso à respeito do guarda-chuva estranho.
Crianças e adultos iam seguindo atrás, logo descobriram que os pezinhos pertenciam a um menino, ele andava depressa, sem dizer uma palavra, e o grupo seguia-o.
Finalmente chegaram a um lugar sombreado, debaixo de uma árvore bem grande, o menino colocou o enorme guarda-chuva no chão. E perguntou ele, as crianças que se aproximavam.
- Quem quer ouvir a história do meu guarda-chuva?
- Sentem-se então e escutem. Disse o menino, e todos obedeceram apesar do fato de alguns serem maiores do que ele.
Apontando para a parte preta ele começou:
- Estão vendo esta cor? O preto nos faz pensar na escuridão e no pecado, cada um de nós já fizemos coisas erradas uma vez ou outra. Muitas vezes pecamos numa hora quando ninguém está por perto, ou no escuro, quando ninguém pode nos ver. As coisas feias que praticamos são chamadas de pecado.
Todos escutavam com atenção.
Vocês estão vendo esta cor dourada, representada pela cor amarela?
Esta nos faz lembrar o céu, onde tem ruas de ouro, vocês sabiam que nenhum pecado pode entrar no céu? Porque se entrasse estragaria o céu!
Não existe pecado lá, por isso nenhum de nós pode ir para o céu, porque todos nós temos pecado no coração.
Mais estão vendo esta cor vermelha? Continuou o menino... Esta nos conta que o Senhor Jesus Cristo morreu na cruz e derramou seu precioso sangue para nos perdoar os pecados.
O Senhor Jesus é o filho de Deus, Ele tomou o castigo que nós merecemos.
Quando cremos que Ele é mesmo o Filho de Deus e o recebemos como nosso Salvador, Ele perdoa todos os nossos pecados, tornando o nosso coração limpo e puro, como a parte branca do meu guarda-chuva, mais é preciso confiar em Jesus. Temos que pedir perdão pelos nossos pecados.Quando fazemos isso, Ele vem morar em nosso coração e torna-se nosso Salvador. E Jesus faz com que possamos entrar no céu um dia quando deixarmos esta vida.Agora, quantos de vocês sabem que são pecadores? Mas querem ir um dia para o céu? Todas as mãos se levantaram. – Está bem, então diga para Deus que você é um pecador.
Logo, silenciosamente as crianças se ajoelharam no chão, cada um falou com Deus, confessando os seus pecados.
- Diga-lhe agora que você crê que o Senhor Jesus Cristo morreu em seu lugar e peça que Jesus lhe salve neste instante.
Baixinho, as crianças começaram a orar.
O menino tirou uma Bíblia pequena (um Novo Testamento) do seu bolso, abriu ela no Livro do Evangelho de João 3:16.
- Vou ler um versículo da Palavra de Deus, quando chegar às palavras “o mundo” você deve substituir pelo seu nome e quando eu falar “todo aquele” você coloca seu nome ali também, estão entendendo?
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crê, não pereça mais tenha a vida eterna”.
Cada um leu o versículo, colocando o seu próprio nome.
- Isto significa que se você de fato crê que Deus lhe ama e que Ele mandou seu Filho para morrer em seu lugar, e se você confia em Jesus e o recebeu em seu coração então você acaba de nascer na família de Deus, e todos que pertencem a família de Deus têm a vida eterna. É a palavra de Deus que diz isto, e pode ter certeza: É a verdade.
Ele parou um instante, e olhando firmemente para todos disse:
- Vocês estão notando que tenho ainda uma outra cor no meu guarda-chuva? Qual a cor que falta? Os ouvintes responderam, todos juntos: “Verde”.
- Está certo, não falei nada sobre o verde, pois bem, é o seguinte, depois de termos recebido o Senhor Jesus e termos o perdão dos nossos pecados, estamos prontos para irmos para o céu, Jesus quer que nós cresçamos espiritualmente, que sejamos crentes mais firmes cada dia que passa.
- O verde nos fala das coisas que crescem, como as árvores, as flores, as gramas..., Você só vai se tornar um crente forte, se você ler a Bíblia e orar todos os dias, e ir a igreja todos os domingo, não se esqueçam disso.
Ele fechou o guarda-chuva.
- Quero que vocês vão embora agora para contar aos outros o que eu lhes contei, voltarei amanhã para ver se vocês poderão repetir para mim tudo o que lhes falei sobre as cores.
Todos que puderem me dizer os significados das cores, receberá um livrinho com estas mesmas cores, para poderem contar a mais alguém (o professor pode fazer vários livrinhos para darem aos seus alunos).
As crianças não voltaram logo para a brincadeira, em vez disso foram falar daquilo que acabaram de ganhar.
E o nosso amiguinho abriu o guarda-chuva novamente e continuou andando pelas ruas, procurando outras pessoas para ouvirem o Evangelho.
Fonte: APEC
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Verdades da Profissão de Professor

Ninguém nega o valor da educação e que um bom professor é imprescindível. Mas, ainda que desejem bons professores para seus filhos, poucos pais desejam que seus filhos sejam professores. Isso nos mostra o reconhecimento que o trabalho de educar é duro, difícil e necessário, mas que permitimos que esses profissionais continuem sendo desvalorizados. Apesar de mal remunerados, com baixo prestígio social e responsabilizados pelo fracasso da educação, grande parte resiste e continua apaixonada pelo seu trabalho.
A data é um convite para que todos, pais, alunos, sociedade, repensemos nossos papéis e nossas atitudes, pois com elas demonstramos o compromisso com a educação que queremos. Aos professores, fica o convite para que não descuidem de sua missão de educar, nem desanimem diante dos desafios, nem deixem de educar as pessoas para serem “águias” e não apenas “galinhas”. Pois, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda.
Paulo Freire
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
DICAS PARA RELAXAR

Hoje em dia as pessoas vivem num mundo muito corrido e cansativo com preocupações com o trabalho, casa, filhos, trânsito, além também de ter que agüentar os diversos barulhos do dia-a-dia. Nessa correria muitas vezes as pessoas acabam deixando o descanso de lado, o que pode vir a causar diversos prejuízos para a saúde como o estresse, dores de cabeça, sono, indisposição, entre outras coisas que podem prejudicar e muito a saúde.
Muitas vezes, logo depois de um dia cansativo de trabalho e correria não damos o devido descanso para o nosso corpo e principalmente, para nossa mente, o que é um grande risco para a saúde e desempenho de um dia de trabalho, o que pode ser muito desgastante para a mente. Especialistas dizem que para um trabalhador normal que trabalhe pelo menos seis horas por dia deve ter um descanso para relaxar sua mente longo depois do trabalho, pois se tiver seu devido descanso terá o dia seguinte uma jornada mais tranqüila e sem estresse.
Para relaxar sua mente depois de um cansativo dia de trabalho não é necessário muito, confira abaixo dicas de como relaxar a mente após um dia estressante e cansativo.
Primeiro de tudo procure um lugar confortável e que você se sinta a vontade, pode ser dentro de casa, num lugar silencioso, ou em um lugar aberto e descontraído, sozinho ou também acompanhado;
Esqueça dos problemas de serviço, deixe para resolver no outro dia, ficar com a mente vazia;
Ande decalco antes a após um dia de trabalho, isso pode ser feito num gramado ou em cima da cama;
Logo após que chegar do trabalho come um alimento saudável e leve como uma fruta, um torrada, um chá ou suco. Deite-se cerca de 10 a 15 minutos e vá deixando sua mente ir se esvaziando dos problemas;
Tome um banho para tranqüilizar, se possível de sais e minerais, por cerca de 5 a 10 minutos;
Caso tenha que fazer os serviços da casa procure fazer isso escutando uma música bem relaxante, assim o estresse vai passando e com certeza você terá uma boa noite de sono e estará pronto para um novo dia de trabalho.
Fonte: Guiadicas
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
FELIZZZZZZZZZ!!! -)
sábado, 17 de dezembro de 2011
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